Carol Govari Nunes@carolgnunes

A primeira etapa do VMB tá aí: os primeiros cinco colocados serão classificados para a próxima etapa, e aí então concorrerão aos prêmios de Melhor Clipe, Melhor Disco, Melhor Música etc.

Aqui no The Backstage Blog eu vou dar a minha lista (quanta audácia, I know) de indicados em cada categoria – explicando o porquê da minha escolha – e você, leitor, decide se concorda com a minha campanha e vota em seguida em cada link.

Clipe do Ano: Vanguart  – Mi Vida Eres Tu
Ricardo Spencer é um dos meus diretores favoritos e isso já conta 50%. O clipe narra a fantasia de um guri de 7 anos que sonha em ser um adulto – um beatnik, pra ser mais exata. Kerouac e Bukowski estão presentes no clipe. A contracultura e toda uma geração americana também. Eu sou o guri do clipe, fantasiava com as mesmas coisas que ele. Não é de hoje que digo que o cérebro de Spencer tem um parentesco com o demônio, e eu acho isso lindo. A música, inclusive, é belíssima, assim como todo o disco. Enfim, não tinha como dar errado. Eu sei, o clipe da Fresno é massa. Criolo também é massa, mas eles estão em outras categorias, então em Clipe do Ano eu fico com Vanguart.

Melhor Banda: Agridoce
Preciso explicar? Pitty me ganhou (poor thing) em 2003 e desde então já fui a mais de 15 shows. O Agridoce é a multiplicação dos pães de Jesus Cristo, gente (ou do vinho? ou do peixe?). O que eu quero dizer é que é uma banda massa procriando e trazendo à tona outra banda massa. Pra não encher o saco e deixar esse post gigante, você encontra minha opinião e o motivo de eu escolher o Agridoce como Melhor Banda aquiaqui e aqui.

Artista do Ano: Agridoce
Eles se livraram de todas as amarras e estão trabalhando na turnê do disco homônimo. Enfrentam grandes e pequenos públicos, muitos curiosos, alguns preconceituosos que ainda insistem em pedir que Pitty volte a ser punk-rock-hard-core-sabe-onde-é-que-faz e coisas do gênero. Pelo disco, pelo DVD, pelos shows, pela coragem em nadar contra a corrente, Artista do Ano.

 Hit do Ano: Agridoce
“O mundo acaba hoje e eu estarei dançando
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando
O mundo acaba hoje e eu estarei dançando com você”

Quem nunca cantarolou esse refrão que atire a primeira pedraaaa-a-a (sorry, I can’t help it).

Melhor Artista Feminino: Rita Lee
Eu não acredito que Rita Lee se importe com esse tipo de premiação, mas, pra mim, ela é o melhor artista feminino. Rita Lee solidificou uma carreia brilhante em seus 60 e poucos anos de vida, o “Reza” é um baita disco, ela continua sendo genial, inteligente e linda. Ela é a RITA LEE.

Melhor Artista Masculino: Criolo
Simpatizo com ele. Conheço apenas “Não existe amor em SP”, confesso, mas ele me parece um grande artista. Bom, essa é uma categoria que eu não tenho tanta certeza assim. Também tenho uma simpatia muito grande pelo Seu Jorge, então sei lá, sou café-com-leite aqui.

o Cascadura lançou recentemente o “Aleluia” e já concorre a Melhor Disco do Ano (Foto: Ricardo Prado)

 Melhor disco: Cascadura – Aleluia
Nessa categoria eles tentaram acabar comigo. Vivendo do Ócio, Agridoce e Cascadura. Três das minhas bandas favoritas com brilhantes discos recentemente lançados. Se fosse por nome, ficaria com “Boa Parte de Mim Vai Embora”, do Vanguart.  Ou “O Pensamento é Um Ímã”. Adoro esse tipo de nome de disco/música. Assim como “Hospício Azul do Sol Poente” e “O Pesadelo é Sempre Maior na Minha Cabeça”. Mas como não estamos falando de nomes e sim de um álbum inteiro, fico com o Cascadura, inclusive por ser a única categoria que a banda concorre.  20 anos de estrada, 4 discos na bagagem. Sou louca pelo Cascadura e o “Aleluia” é genial. Fábio Cascadura é um ótimo compositor, o disco é duplo, é experimental, é de chorar. Não entendo como a banda não é uma das mais famosas do Brasil. Escrevi um rápido texto sobre o “Aleluia” aqui, então não vou estender minha explicação. Adoro “O Pensamento É um Ímã”, mas ele estará representado na categoria abaixo.

Melhor música: Vivendo do Ócio – Nostalgia
Porque a música é de arrepiar. Dá saudade da Bahia que eu nem conheço. O arranjo é todo melancólico e nos convida ao deleite da nostalgia – aquele gosto amargo, mas impossível de evitar. (By the way, a banda acabou de lançar o clipe dessa música, também dirigido por Ricardo Spencer).

Melhor Capa: Agridoce
Pitty e Martin. Já assistiu o DVD “20 passos”? Tem o embrião da capa do disco lá. O filme do DVD está todo youtube, mas compre pelos extras que são geniais (Arte da capa: Rogério Fires/Otávio Sousa).

Artista Internacional: Katy Perry
Não que a categoria me importe, mas eu acho a cantora divertida e curti muito ela no início da carreira. E gosto do “Teenage Dream”. E paro na frente da TV pra ver seus shows cheios de algodão doce e pirulitos gigantes. Vai entender.

Revelação e Aposta: abstenho-me, não conheço nada.

Se você teve paciência para ler tudo isso, por que não votar? Voltamos a conversar na segunda etapa.

Natalia Nissen@_natiiiii

A movimentação começou cedo através da fanpage da frederiquense Antonieta. Na próxima sexta-feira, 27, a banda estreia com a nova formação – Lara Fontana, Maurício Donin, Gustavo Minuzzi e Victor Barberini – e lança o primeiro single no palco do Les Paul Rock Pub. Gustavo Minuzzi, baixista, respondeu sem papas na língua as perguntas do The Backstage e a seguir você confere as respostas sobre a nova fase da Antonieta.

The Backstage: Como surgiu a Antonieta? E quais as influências da banda?

Gustavo: Surgiu de outras experiências sonoras que o Maurício e eu tivemos ao longo dos tempos (tocamos juntos há praticamente 8 anos). Em determinado momento, ao encerrarmos o ciclo de um outro projeto, optamos por nos engajar em algo novo e então, no dia 07 de janeiro de 2010, nasceu a Antonieta, que queria tudo, menos ser uma replicadora de fórmulas. Quanto as influências, citar as individuais seria abusar da paciência de todo mundo, pois são muitas, mas como banda buscamos referências modernas do rock e do dance para aliarmos as nossas próprias concepções no que tange a criação.

TB: Vocês ganharam o 1º lugar na categoria “Composição Senior” do II Festival Cultural Atena. Qual a importância desse prêmio para vocês e para o currículo da Antonieta?

G: Foi de grande importância, sem dúvida; repercutiu bem frente ao fato de que muita gente ainda não tinha nos visto e, portanto, não dava por consumado o nosso retorno. Foi a primeira apresentação que fizemos com a Lara e com o Victor, e foi uma maneira muito interessante de começar. E em relação ao currículo, acredito que ninguém pode se dar por satisfeito apenas com o segundo lugar. É preciso querer mais e, certamente, a lembrança de que fomos escolhido pelo júri nos obriga a sermos melhores a cada ensaio que fizermos.

TB: No próximo dia 27 a banda se apresenta no Les Paul, é o retorno em grande estilo e com lançamento do primeiro single. O que o público deve esperar desse show? E o que a própria banda espera da apresentação? 

G: O queremos levar até o Les Paul é a fundamentação do nosso discurso: não queremos ser iguais e estamos deixando tudo pronto para que isso fique evidente. Temos nos dedicado ao show como um todo e, no exato momento em que respondo essas perguntas, ouço pela 30ª vez o single que será lançado (acabou de chegar da pós produção), primeiro com uma “provocação” na coletiva de imprensa que se realizará na Vitrola na sexta-feira e, mais tarde, na íntegra e ao vivo, no Les Paul!

TB: O repertório do show no Les Paul já foi definido? Pode nos adiantar alguma coisa?

G: Sim, está definido. Hummm… deixe-me ver. Certamente vai rolar a “23:59”, nosso single, e em seguida posso dizer que, por um bom tempo, não vamos deixar a peteca cair. Acho que fizemos boas escolhas, mesmo que algumas músicas não sejam conhecidas para algumas pessoas, certamente não haverá desculpas para ficar parado! Hehehehe.

TB: O que você acha do atual cenário do rock em Frederico Westphalen? Muitos dizem que a safra de bandas e festas está muito boa, mas há quem diga que ainda tem muito a se fazer para valorizar o rock de verdade.

G: Muitas bandas estão preocupadas em sair depressa demais daqui, sem nem sequer terem absorvido de fato o que a atmosfera desse lugar tem para lhe emprestar. Ouço bandas que replicam fórmulas de mais de 50 anos, optando por competir com uma grande massa ao invés de serem de fato originais no que fazem. Isso acontece em Frederico, e o que posso dizer sobre as bandas daqui é que a Fungus é a banda de Punk-Rock mais massa na qual eu já pensei em ser um baterista improvisado – e efetivado- e que a Datavenia é coice de mamute, forte mesmo. Nos falta, por aqui, um pouco de ousadia na hora de produzir, pois um material de qualidade é definitivo quando se busca mercado e justamente essa parte é um dogma que devemos quebrar em Frederico: o bairrismo não nos levará a nada. E, complementando, a tão sonhada “união das bandas” é uma Epifania; não existe há muito tempo e não voltará a existir. É possível reunir algumas pessoas para tomar cerveja e rir um pouco, e esses são os que valem a pena. Mas reunir todos os que poderiam fazer diferença, é impossível.

TB: Quem cuida da página da Antonieta no Facebook? As atualizações são constantes, como a banda lida com a importância da internet para divulgar o trabalho?

G: Eu tenho tomado frente nestas atualizações, tem um bom tempo. Os quatro tem autonomia para tanto, mas como bolei algumas ações convincentes até aqui, parece que monopolizei o serviço. Hehehe. Reconhecemos que o caminho mais curto para o mundo é a tela do computador e estamos desenvolvendo nossos meios de divulgação neste meio. O físico praticamente inexiste e hoje você pode conhecer uma “banda fenômeno” que até ontem era completamente desconhecida. Se viralizar, pegou. E se pegou pra alguém, pode pegar para qualquer um que se colocar na web.

TB: E quais são os próximos passos da Antonieta?

G: Vamos estudar a repercussão desse nosso primeiro single, o trabalho que realizaremos no dia do show e tudo o que vier depois será muito bem pensado.  A busca é, e sempre foi, por um mercado bem distante daqui, que é o europeu, onde bandas como CSS e duplas como Canja Rave já provaram que o mercado carece de diferenciais. E veja só: eu “engano” no palco desde o 13, tenho quase 25, toquei em “casebre” e em festas muito importantes, então acho que já posso sair daqui, ao mesmo tempo que julgo não me encaixar na faixa das pessoas apressadas que citei mais acima; as que tem pressa demais. Hehehehe

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Hoje completa um ano da morte de Amy Winehouse, a brilhante cantora e compositora que viveu de excessos e partiu cedo demais. Amy foi uma dessas pessoas que muita gente virou fã mesmo não apoiando o estilo de vida que a britânica levava fora do palco. Eu, por exemplo, logo após sua morte, escrevi algumas linhas sobre a versão musical dos fatos que me fez ser afoitamente apaixonada por Amy, em contraponto aos escândalos sobre suas internações, brigas com fãs e policiais que certamente não me atraíram nem um pouco e que, aliás, nunca me interessaram. A privacidade de Amy Winehouse nunca foi da minha conta, mas como era impossível não saber o que ela aprontava só me restava lamentar e torcer pra que aquele cérebro de composições singulares tomasse algum jeito e continuasse funcionando por mais tempo.

Pois bem, minhas preces não adiantaram (nem as de ninguém) e aos 27 anos seu corpo não aguentou mais.

É inegável que Amy Winehouse foi um dos melhores acontecimentos musicais dos últimos anos e isso não vai ser apagado, pois os discos que ela deixou serão lembrados por muito tempo. Afinal, não é todo dia que uma garota charmosa, com repertório classudo, influências mais classudas ainda, personalidade única e vergonha alguma de expor seus sentimentos em canções aparece por aí.

Ninguém vai substituir a voz de Amy Winehouse, assim como ninguém substituiu Elis Regina e Janis Joplin, apenas citando alguns exemplos. A propósito, que tola mania essa de falar em “substituição” ou algo do gênero. Lembro de falaram que Adele surgiu para continuar o legado de Amy Winehouse. Ora, se isso tem cabimento. Cada cantora em/com seu canto e sem comparações, por favor.

O que me irrita (e vai me irritar mais ainda no dia de hoje) é essa codependência que o público tem com a vida particular dos artistas – por grande culpa da imprensa que alimenta isso, logicamente. Poucos especiais que virão a passar essa semana focarão somente na carreira musical de Amy, muitos vão incluir seus vexames e a decadência de sua saúde.  Eu sei, faz parte, mas aí eu pergunto: o que isso contribui pra arte? O que isso tem a ver com a gente? Se meu vizinho de baixo tomar litros de vodka com tranquilizantes para cavalos durante o almoço o problema é dele. Pode parecer individualismo da minha parte, mas eu aprendi que cada um tem seu livre arbítrio pra fazer o que quiser da própria vida. O máximo que podemos fazer é dar alguns pitacos – e olhe lá! – na vida de alguém próximo da gente, mas não na vida de artistas ingleses que nunca souberam da nossa existência.

Então deixa pra lá como foi o “fim de Amy”, hoje é um dia para homenagear uma das maiores cantoras da nossa época.

Natalia Nissen@_natiiiii

Internet tem dessas de nos fazer “conhecer” pessoas, mesmo que muitas delas a gente nunca vá encontrar pessoalmente. Pois bem, recebi um e-mail da Larissa Calheiros (que eu “conheço” do Flickr) falando sobre a Fresno e o tal novo clipe com imagens do espaço. Nunca fui fã da banda, mas pra falar a verdade, acho que nunca parei para ouvir uma música inteira e dizer se gosto ou não do som. Já vi muita gente falando deles na timeline e fui conferir o tal vídeo pra ver se tem todo esse borogodó que tão dizendo.

O pouco que eu conheço deles é de ler uma ou outra chamada na internet mesmo, acreditava que era mais uma banda emocore no meio de tantas outras e que tentava se destacar no cenário da música independente. Uma imagem baseada num estereótipo, afinal. A Fresno já tem estrada, foi criada em 1999, e há pouco tempo o baixista Rodrigo Tavares deixou a banda para seguir carreira solo.

Não vou ficar falando da carreira e da música porque não conheço, mas assisti ao clipe da música “Infinito” e é inevitável reparar na baita produção – avaliada em aproximadamente R$100 mil – de uma banda que acabou de largar uma grande gravadora. As imagens gravadas com a câmera acoplada a balões são realmente lindas, a história é legal e a edição foi impecável. Se a música não for tão boa, vão ganhar a audiência pela superprodução do vídeo, com certeza. Tirem a prova assistindo:

A Larissa ainda comentou no e-mail que a banda está se desvencilhando da imagem e atitude super comercial que a maioria das bandas adquire quando entra para uma gravadora importante. Parece que a Fresno está trabalhando em algo mais autêntico e menos preocupado com o sucesso, mas isso é quase dispensável pra quem já está inserido no mercado concorrido da música brasileira, não?! Quem é fã desde sempre tende a gostar do novo trabalho e, quem sabe, mais pessoas que não eram se identifiquem com ele. O novo disco deve ser lançado em meados do segundo semestre e o vocalista, Lucas Silveira, garante que vai ser épico. No pretensioso trabalho ainda terá quatro músicas orquestradas com participação do músico Lucas Lima na produção.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Foto: Haroldo Paraguassú/Diogenes Moraes

No dia 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadélfia (Estados Unidos). O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

O Live Aid foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres e erradicar a miséria do mundo.

Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Aqui no blog todo dia é dia de rock’n’roll, mas não poderíamos deixar o dia de hoje passar batido. Então continuando as comemorações do Dia Mundial do Rock e aniversário do The Backstage, temos mais uma presente para os leitores: é o “Grande Presença”, dos Acústicos e Valvulados. A banda que recentemente lançou o “mendigo style” conta que fará quatro shows hoje: três deles em Porto Alegre, no Trio Elétrico do Rock promovido pela Ipanema FM (Mercado Público, Parcão e Cidade Baixa) e à noite em Nova Hartz. Durante toda essa função a banda já vai aproveitar pra gravar o clipe da música “Vulnerável/Inflamável”.

De acordo com P.James, baterista e compositor dos Acústicos, “a pilha da mendigagem vai estar forte, já que a chalaça começa às 13h e deve se estender afú”. Ontem a banda tocou no Festival Marquise 51, com transmissão pela Putzgrila, e amanhã os caras tocam em Urussanga/SC, ou seja,  muitos shows pra celebrar uma data tão importante.

O último clipe da banda foi lançado há menos de dois meses e foi um grande sucesso: todos começaram a aderir à moda do rock mendigo e divulgar esse estilo tão peculiar.

“Já ouvimos falar que saiu materia sobre o “mendigo-style” até em revista de moda, por mais estranho que isso pareça, já que é justamente o contrário! Segundo Rafael Malenotti, nosso canário-porta-voz, a moral é “seguir levantando a bandeira do Rock, nem que pra isso a gente precise mendigar!” Outra tese acadêmica-de-boteco diz que o Rock Gaúcho é tipo um mendigão na porta duma festinha de 15 anos. Quando o segurança se distrai, ele entra e afana umas coxas de frango e uma champagne. Em seguida, já é mandado de volta pro lugar dele, rolando na sarjeta. Chalaças à parte, não é nenhuma invenção, é só uma conclusão de quem vive o dia-a-dia do roquenrou brazuca” (P.James)

Então para concorrer ao “Grande Presença” é só twittar o seguinte:

Eu sigo o @The_Backstage_ e os @AeValvulados e quero ganhar um CD na promoção do blog! http://kingo.to/18MS

Não esqueça de twittar o link final do sorteio e seguir os dois perfis. Perfis criados exclusivamente para participação em promoções serão desclassificados. O sorteio será dia  20/07. Boa sorte!

Quem ganhou o CD foi: @kelinjp! Parabéns!