A multi-instrumentista Gabriela Lery apresenta uma nova faceta em seu trabalho com o lançamento de um novo single pela Sigmund Records, dentro do projeto Cena Sigmund. Com trajetória construída no Rio Grande do Sul, a artista aponta para um novo caminho, explorando outras possibilidades em sua sonoridade.

Gabriela Lery lança, pela Sigmund Records, o single “Meio do Caminho”. Gravada e captada pelos estudantes do curso de Produção Fonográfica da Unisinos, a faixa parte da música brasileira contemporânea, já presente no trabalho da artista, e aponta para uma nova fase ao se aproximar do rock nacional. A canção surge em um período de transição na trajetória de Lery, quando novos caminhos e sonoridades começam a aparecer. Ouça aqui.

A faixa mantém elementos da “nova mpb” que marcam a trajetória da artista, mas avança em direção a uma sonoridade mais ligada ao rock e à música de vanguarda. Essa mudança aparece na construção dos arranjos e na presença mais direta da banda, já que a música vinha sendo trabalhada ao vivo antes da gravação e chegou ao estúdio com uma direção definida. Gravada no Estúdio Soma em parceria com a turma da disciplina de Gravação I, a faixa contou com a colaboração dos alunos principalmente na captação, na engenharia de áudio e nas escolhas técnicas, como a definição de microfones, pré-amplificadores e outros equipamentos utilizados durante as gravações.

Escrita em um período em que a artista se via distante do que vinha produzindo até então, “Meio do Caminho” nasce de uma sensação de hiato. Ao perceber que suas composições estavam muito ligadas a uma atmosfera melancólica e introspectiva, Lery busca um novo ponto de partida, mais conectado ao momento que atravessa. A ideia de estar “no meio do caminho” expressa esse não-lugar, entre o que já não faz mais sentido e o que ainda não se definiu. Nesse sentido, a música também funciona como um passo em direção ao próximo álbum da artista, já orientado por uma sonoridade mais pesada e orgânica.
A produção musical é assinada por Gabriela Lery e André Paz, que também é responsável pela mixagem. A sonoridade da faixa se constrói a partir dos arranjos, dos filtros e de timbres mais ousados, além de uma abordagem experimental. A qualidade da gravação e da captação, resultado da colaboração entre os produtores e a turma envolvida no projeto, garantiu um material amplo e bem registrado, dando liberdade para a definição dos caminhos estéticos. O lançamento também integra o projeto Cena Sigmund, que conecta artistas da cena local a processos de gravação e lançamento em parceria com estudantes da universidade.

MINI BIO

Gabriela Lery é cantora, compositora, multi-instrumentista, musicoterapeuta, produtora e educadora musical. Desde 2010, integra bandas e coletivos artísticos e trabalha com música para teatro, dança e cinema, transitando com versatilidade por diferentes formas de expressão artística. Em 2019 lançou o EP Coleção e, no ano seguinte, o álbum Arquipélago, além de singles em parceria com artistas como Nina Nicolaiewsky, Thedy Corrêa, Supervão e Tiago Bello. Integra a banda instrumental As Aventuras e a banda de forró Chinelo e Meia como contrabaixista.


Cena Sigmund

O projeto Cena Sigmund é uma iniciativa da Sigmund Records, gravadora vinculada ao curso de Produção Fonográfica da Unisinos, que conecta formação acadêmica e produção musical contemporânea. Além de valorizar produções autorais e experimentais dos alunos, o projeto também convida artistas e compositores externos para integrarem os processos de gravação. Nesses casos, os estudantes atuam nas etapas técnicas e criativas, como captação, engenharia e decisões de estúdio, aproximando a prática acadêmica do mercado e fortalecendo a integração entre formação, criação e circulação na música independente brasileira.

Ficha Técnica

Composição: Gabriela Lery

Produção musical: Gabriela Lery e André Paz

Voz: Gabriela Lery

Baixo: Bruno Vargas

Bateria: Carlo Ferrari

Guitarra: André Paz

Sintetizadores: André Paz, Gabriela Lery e Maria Benincá

Engenharia de áudio: Rafael Siqueira

Mixagem: André Paz

Masterização: Olimpio Machado

Gravação: SOMA e Produção Fonográfica Unisinos

Assistência de gravação: Turma da disciplina de Gravação I – Arthur Lovato Ferreira, Augusto Blauth Schneider, Felipe Farias Angst, Francisco Gianotti Fernandes, Gabriel Eduardo Pitrofski, Gustavo Buss Delinghausen, João Pedro da Silva Aust Fonseca, Kauane Palma Xavier, Lucas Al Alam Ribeiro Silveira, Lucas Wietzke Corrêa da Cunha, Mateus Mélo de Souza e Roberta Scatolin Radalle

Capa: Lidia Brancher

Direção: Mario Arruda

Coordenação: Carol Govari

Monitoria de redes: Helen Rockenbach

Label manager: Luiz “Cisco” Zanovello

Lançamento e distribuição: Sigmund Records e Tratore BR

Assessoria de imprensa: Leonardo Serafini

Capa com foto de Mario Arruda e arte de Filipi Filippo

A Supervão lança Amores e Vícios da Geração Nostalgia (Deluxe) após um ano de circulação de um álbum que acabou se tornando central em sua trajetória. A edição especial retoma o disco a partir de novas leituras e colaborações, incluindo feats com OTTOPAPI e Carlinhos Carneiro, ampliando seu universo sem descaracterizar o trabalho original.

Nesse período, a banda foi headliner da edição zero do Circuito Nova Música, iniciativa que vem criando novas rotas para a música independente no estado de São Paulo, e participou da retomada do Popload Festival, no Parque Ibirapuera, além de integrar o line-up do Festival Cena Cerrado, em São Paulo. Em paralelo, o disco também gerou um retorno importante no Rio Grande do Sul, com quatro indicações ao Prêmio Açorianos de Música, a mais tradicional premiação da música gaúcha. O trabalho venceu as categorias Melhor Disco de Rock e Melhor Produtor, prêmio concedido a Mario Arruda, vocalista da banda e responsável pela produção do álbum.

Sobre o lançamento da edição deluxe, Mario comenta que “é massa entregar um material extra pra quem acompanha a banda. O mundo passa muito rápido, então vale a pena mostrar de novo que seguimos acreditando no AVGN”.

A versão deluxe apresenta duas faixas do álbum em novas versões. Em “Nostalgia (Deluxe)”, a participação de OTTOPAPI traz um verso inédito escrito pelo cantor paulista. Já “Tudo Certo pra Dar Errado (Deluxe)” conta com a participação de Carlinhos Carneiro, figura central do rock gaúcho por sua trajetória à frente da Bidê ou Balde, estabelecendo um diálogo entre as duas gerações. Com o tempo de estrada, a relação da banda com o disco também mudou. Segundo Mario, “a gente acabou focando mais no lado rock da nossa sonoridade. Estamos tocando mais rápido, mais pesado e mais gritado, com mais atmosfera. Isso se refletiu nas músicas do deluxe, que chegaram mais intensas agora”.

Além dos feats, Amores e Vícios da Geração Nostalgia (Deluxe) inclui a demo inédita “YOLO”, registrada ainda no embrião das composições do álbum, em um momento inicial do processo criativo. A faixa revela um lado mais suave e bem-humorado da banda, funcionando como contraponto às versões mais intensas presentes na edição. A edição deluxe também incorpora o EP ao vivo gravado na Rádio Agulha, reunindo a formação que levou o álbum aos palcos, funcionando como um documento do show que a banda vem apresentando a partir desse álbum.

OUÇA AGORA

Foto por Olho Mecânico

A Supervão faz o show de lançamento da versão deluxe na próxima sexta-feira, dia 30, em São Paulo, no Bar Alto, ao lado da artista Marina Mole. A apresentação integra o projeto ALTO E BOM SOM, selo anual criado para aquecer o início do ano e destacar o que houve de mais interessante ao vivo na cena recente. A iniciativa reúne Balaclava, Popload e Minuto Indie, promovendo shows intimistas para 130 pessoas no palco da Vila Madalena.


MINI BIO

A Supervão é uma banda de indie rock formada em 2016 em São Leopoldo (RS) por Mario Arruda e Leonardo Serafini. Em novembro de 2024, lançou o segundo álbum, Amores e Vícios da Geração Nostalgia (AVGN), que apareceu nas listas de melhores do ano de veículos como Popload, Hits Perdidos e Minuto Indie, além de ter sido citado pela Rolling Stone Brasil como um dos lançamentos nacionais mais relevantes do ano. O disco também rendeu quatro indicações ao Prêmio Açorianos de Música, vencendo nas categorias Melhor Disco de Rock e Melhor Produtor. Após as gravações, Olimpio Machado (baixo e vocais) e Rafaela Both (bateria) passaram a integrar a formação ao vivo, acompanhando a circulação do álbum em apresentações que incluíram a retomada do Popload Festival, o Festival Cena Cerrado e a participação como primeira banda headliner da edição zero do Circuito Nova Música, projeto itinerante que vem levando shows para cidades do interior paulista. O trabalho anterior, Faz Party (2019), lançado com patrocínio da Natura Musical, teve show de estreia no Centro Cultural São Paulo e levou a banda a festivais como Bananada, Picnik, Morrostock e MECA.

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Vinte e cinco anos atrás, minha irmã apareceu com o Memórias, Crônicas e Declarações de Amor, da Marisa Monte, em casa: era uma época em que nos sentávamos no sofá da sala “da frente” – a sala do som, que tinha um sofá branco, um abajur no canto e uma mesa de centro, onde recebíamos visitas, amigos e fazíamos as festinhas de aniversário – para exclusivamente ouvir um CD (coisa que eu ainda faço, diga-se de passagem). Até hoje, sei de cabo a rabo todas as faixas, na íntegra e na ordem, desse disco da Marisa Monte. O tempo passou, muitos outros artistas entraram na minha vida, mas esse álbum ficou entranhado na minha memória como algo que marcou muito aquela época. 

Quando eu soube que a turnê PHONICA, onde Marisa comemora seus quase 40 anos de carreira, passaria por Porto Alegre (na capital, ela teve realização da T4F, promoção da 102 FM, e a Maia Entretenimento como parceira local), marquei na agenda como algo imperdível – e, de fato, foi.

Foto: eu mesma, com o celular, pois fui sem fotógrafo e esqueci de levar a minha câmera 😀

No último sábado, 6 de dezembro, o Parque Harmonia recebeu 15 mil pessoas para prestigiar o PHONICA – Marisa Monte & Orquestra Ao Vivo que, antecipo, não é só um concerto: é uma espécie de rito sonoro, um mergulho coletivo no lugar onde a memória afetiva encontra uma nova pele. Ao lado de 55 músicos, instrumentistas e musicistas, Marisa surge inteira, precisa e meticulosa até no silêncio. No palco, a orquestra, regida pelo maestro André Bachur, não acompanha: ela dialoga. E é nesse diálogo que PHONICA encontra sua força original – tudo cabe, tudo se expande; os arranjos soam como um abraço e, música após música, vai ficando muito claro: a artista não está apenas revisitando seu repertório de quase quatro décadas: ela está reconstruindo-o, camada por camada, numa costura muito bonita e delicada, diante de todos nós.

E talvez seja por isso que, ao final, a sensação não seja de retorno ao passado, mas de deslocamento suave para um lugar onde o tempo se dobra – onde “tudo que se quer, tudo que se precisa” encontra espaço para respirar. Saí do show bastante reflexiva, com um sentimento morno no peito, pensando o impacto e a permanência de letras, arranjos e memórias na nossa vida. Marisa, naquele palco imenso, ao apresentar “Sua Onda” – parceria mais recente com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown –, disse que queria trazer “algo fresco”, não apenas canções antigas – para mostrar que sempre está mirando no futuro. E talvez essa seja a sacada de uma turnê comemorativa: revisitar a própria história com respeito, ternura e precisão, mas também pronta para (se) reinventar (no) o futuro. 

A artista encerrou o ano do PHONICA em Porto Alegre, para um público que a ovacionou do começo ao fim. E, enquanto celebrava sua história com tanta beleza, ficou claro que olhar para o passado pode ser também um modo de abrir portas para o que há por vir. Que 2026 venha repleto de melodias que acolham e futuros que a gente tenha sangue no olho para inventar. Feliz ano novo! 🙂

Luisa Taule é uma das artistas que iniciam sua trajetória pela Sigmund Records. Seu single “Não Vem Dizer” já está disponível em todas as plataformas, apresentando uma sonoridade pop e uma letra provocativa. Produzida por , a faixa aborda o fim de uma relação instável e o momento de seguir em frente. Ouça aqui.

Capa por Lidia Brancher

A canção parte da experiência comum de viver um “quase algo” que nunca chega a se tornar uma relação de verdade. A letra retrata o momento em que alguém decide interromper um jogo afetivo marcado por mensagens fora de hora, silêncios prolongados e promessas que não se cumprem. Em vez de esperar respostas que não chegam, a pessoa passa a direcionar o próprio tempo para o que realmente importa e abandona uma dinâmica que já não fazia sentido. “Não Vem Dizer” registra essa virada: quando a frustração passa e chega o momento de virar a página.


Luisa destaca que escreveu a música a partir de histórias reais que não são exatamente suas, mas que observou ao longo da vida em conversas e situações de amigos e amigas. Durante o processo, ela também lia Sintomas, de Marcela Ceribelli, especialmente capítulos que discutem ficantes, relações fluidas e expectativas desalinhadas. Essas referências ajudaram a consolidar o tema central da faixa: recusar uma relação que nunca se comprometeu e não aceitar mais a lógica do “quase”.

A estética sonora do single foi desenvolvida no Lab Sonora entre Luisa e o produtor musical Dé. O primeiro beat criado era pop, mas ainda sem elementos de funk, o que levou os dois a recomeçarem o processo. À medida que a letra e a melodia tomavam forma, o arranjo foi sendo reconstruído e ganhou uma ponte com efeito slow + reverb, em que o vocal desce um pitch. Essa parte traz uma abordagem mais imersiva, funcionando como uma breve suspensão antes do retorno da música ao seu fluxo. A mixagem ficou a cargo de Dé, com contribuições diretas de Luisa, e a masterização foi feita por Olimpio Machado.

Sobre lançar a música pela Sigmund Records e atuar como artista em Porto Alegre, Luisa comenta que a cena local ainda enfrenta desafios como pouca renovação, escassez de oportunidades e competitividade. Mesmo assim, ela vê sinais de mudança e considera significativo participar desse novo ciclo da Sigmund, especialmente por ser seu primeiro lançamento após quatro anos estudando produção musical.

Foto: Ana Luiza de Mello Moreira

MINI BIO:

Luisa Taule é uma artista de Porto Alegre que está dando os primeiros passos na cena musical, explorando um pop direto marcado por letras provocativas. Suas composições refletem situações reais de relacionamentos e dinâmicas afetivas contemporâneas, trazendo para a música temas que muitas pessoas vivem, mas nem sempre verbalizam. Entre as referências que influenciam seu trabalho estão Luísa Sonza, Anitta, Doja Cat e Ariana Grande, artistas que transitam entre o pop, o sensual e o dançante. Em início de trajetória, Luisa vem consolidando sua identidade artística enquanto prepara seus próximos lançamentos.

Cena Sigmund: 

O Projeto Cena Sigmund é uma iniciativa da Sigmund Records, gravadora vinculada ao curso de Produção Fonográfica da Unisinos. A proposta busca valorizar produções autorais e experimentais dos alunos, aproximando a prática acadêmica do cenário musical contemporâneo. O projeto também tem como objetivo lançar novos artistas no mercado e criar pontes entre a comunidade acadêmica e o contexto atual da música independente brasileira, fortalecendo a integração entre formação, criação e distribuição musical.

Ficha Técnica: 

Composição: Luisa Rocha Taule e Luis Tasca

Produção musical e mixagem: Luis Tasca

Masterização: Olimpio Machado

Capa: Lidia Brancher

Label manager: Luiz “Cisco” Zanovello

Distribuição: Tratore BR

Lançamento: Sigmund Records

Direção: Mario Arruda

Monitoria de redes: Ana Luiza de Mello Moreira e Luisa Taule

Coordenação: Carol Govari

Assessoria: Leonardo Serafini

Igor Dilori acaba de lançar “Sem Tempo”, seu novo single pela Sigmund Records. Em seu segundo lançamento, o artista gaúcho começa a delinear sua estética musical e, mesmo no início da carreira, já apresenta uma sonoridade consistente, apostando em um pop atravessado por elementos do trap, ambiências eletrônicas e uma levada cativante. Ouça aqui.

Capa por Lidia Brancher

O processo de criação começou no Lab Sonora da Unisinos e seguiu na Usina do Beat, onde Igor trabalhou lado a lado com o produtor Dé. Enquanto Dilori desenvolvia as letras e gravava as vozes, Dé conduzia a produção no FL Studio. A faixa surgiu a partir de alguns samples que os dois editaram juntos; depois vieram bateria e baixo. Toda a parte técnica de equalização e mixagem ficou a cargo do produtor. Igor comenta que acompanha o trabalho de Dé nas sessões e vê de perto sua habilidade em tratar as vozes e dar forma ao som enquanto ele chega com ideias e composições.


A letra aborda distância, rotina e as escolhas de quem vive da arte, combinando um olhar sonhador sobre a carreira com reflexões sobre isolamento, abandono e solidão, além da ironia que muitas vezes acompanha a busca pelo sucesso. Segundo Dilori, a ideia inicial era falar sobre a perda de alguém, mas o tema evoluiu para uma narrativa sobre o artista que alcança seu sonho e, ao mesmo tempo, percebe o que deixou para trás.

“Parando para analisar, o sentimento que mais se destaca em Sem Tempo é a frustração — não no sentido negativo puro, mas como a consciência do preço que se paga ao realizar um sonho. É a história de alguém que finalmente consegue viver de sua música, mas entende que isso traz distância de casa, da família e dos amigos, e um certo abandono das coisas simples que faziam a vida ter sentido”
, explica. “É uma reflexão sobre o que se perde quando se alcança aquilo que sempre se desejou.”


Com o lançamento, Igor Dilori inaugura uma fase mais pop e leve dentro da Sigmund Records, antecipando o universo sonoro que o artista vem construindo para os próximos capítulos de sua trajetória musical.

Foto: Ana Luiza de Mello Moreira

MINI BIO:

Igor Dilori é um artista de Porto Alegre que está dando os primeiros passos na cena musical, explorando um pop que combina elementos do trap com levadas leves e alegres. Suas letras trazem reflexões que buscam fugir de temas mais banais, acrescentando outras vivências ao clima descontraído das músicas. Em início de trajetória, Dilori vem encontrando sua identidade artística enquanto prepara os próximos passos da carreira.

Cena Sigmund: 

O Projeto Cena Sigmund é uma iniciativa da Sigmund Records, gravadora vinculada ao curso de Produção Fonográfica da Unisinos. A proposta busca valorizar produções autorais e experimentais dos alunos, aproximando a prática acadêmica do cenário musical contemporâneo. O projeto também tem como objetivo lançar novos artistas no mercado e criar pontes entre a comunidade acadêmica e o contexto atual da música independente brasileira, fortalecendo a integração entre formação, criação e distribuição musical.


Ficha Técnica: 

Composição: Igor Dilori

Produção musical e mixagem: Luis Tasca

Masterização: Olimpio Machado

Capa: Lidia Brancher

Label manager: Luiz “Cisco” Zanovello

Distribuição: Tratore BR

Lançamento: Sigmund Records

Direção: Mario Arruda

Monitoria de redes: Ana Luiza de Mello Moreira e Luisa Taule

Coordenação: Carol Govari

Assessoria: Leonardo Serafini

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