Archive for the ‘Lançamentos’ Category

Natalia Nissen@_natiiiii

A movimentação começou cedo através da fanpage da frederiquense Antonieta. Na próxima sexta-feira, 27, a banda estreia com a nova formação – Lara Fontana, Maurício Donin, Gustavo Minuzzi e Victor Barberini – e lança o primeiro single no palco do Les Paul Rock Pub. Gustavo Minuzzi, baixista, respondeu sem papas na língua as perguntas do The Backstage e a seguir você confere as respostas sobre a nova fase da Antonieta.

The Backstage: Como surgiu a Antonieta? E quais as influências da banda?

Gustavo: Surgiu de outras experiências sonoras que o Maurício e eu tivemos ao longo dos tempos (tocamos juntos há praticamente 8 anos). Em determinado momento, ao encerrarmos o ciclo de um outro projeto, optamos por nos engajar em algo novo e então, no dia 07 de janeiro de 2010, nasceu a Antonieta, que queria tudo, menos ser uma replicadora de fórmulas. Quanto as influências, citar as individuais seria abusar da paciência de todo mundo, pois são muitas, mas como banda buscamos referências modernas do rock e do dance para aliarmos as nossas próprias concepções no que tange a criação.

TB: Vocês ganharam o 1º lugar na categoria “Composição Senior” do II Festival Cultural Atena. Qual a importância desse prêmio para vocês e para o currículo da Antonieta?

G: Foi de grande importância, sem dúvida; repercutiu bem frente ao fato de que muita gente ainda não tinha nos visto e, portanto, não dava por consumado o nosso retorno. Foi a primeira apresentação que fizemos com a Lara e com o Victor, e foi uma maneira muito interessante de começar. E em relação ao currículo, acredito que ninguém pode se dar por satisfeito apenas com o segundo lugar. É preciso querer mais e, certamente, a lembrança de que fomos escolhido pelo júri nos obriga a sermos melhores a cada ensaio que fizermos.

TB: No próximo dia 27 a banda se apresenta no Les Paul, é o retorno em grande estilo e com lançamento do primeiro single. O que o público deve esperar desse show? E o que a própria banda espera da apresentação? 

G: O queremos levar até o Les Paul é a fundamentação do nosso discurso: não queremos ser iguais e estamos deixando tudo pronto para que isso fique evidente. Temos nos dedicado ao show como um todo e, no exato momento em que respondo essas perguntas, ouço pela 30ª vez o single que será lançado (acabou de chegar da pós produção), primeiro com uma “provocação” na coletiva de imprensa que se realizará na Vitrola na sexta-feira e, mais tarde, na íntegra e ao vivo, no Les Paul!

TB: O repertório do show no Les Paul já foi definido? Pode nos adiantar alguma coisa?

G: Sim, está definido. Hummm… deixe-me ver. Certamente vai rolar a “23:59”, nosso single, e em seguida posso dizer que, por um bom tempo, não vamos deixar a peteca cair. Acho que fizemos boas escolhas, mesmo que algumas músicas não sejam conhecidas para algumas pessoas, certamente não haverá desculpas para ficar parado! Hehehehe.

TB: O que você acha do atual cenário do rock em Frederico Westphalen? Muitos dizem que a safra de bandas e festas está muito boa, mas há quem diga que ainda tem muito a se fazer para valorizar o rock de verdade.

G: Muitas bandas estão preocupadas em sair depressa demais daqui, sem nem sequer terem absorvido de fato o que a atmosfera desse lugar tem para lhe emprestar. Ouço bandas que replicam fórmulas de mais de 50 anos, optando por competir com uma grande massa ao invés de serem de fato originais no que fazem. Isso acontece em Frederico, e o que posso dizer sobre as bandas daqui é que a Fungus é a banda de Punk-Rock mais massa na qual eu já pensei em ser um baterista improvisado – e efetivado- e que a Datavenia é coice de mamute, forte mesmo. Nos falta, por aqui, um pouco de ousadia na hora de produzir, pois um material de qualidade é definitivo quando se busca mercado e justamente essa parte é um dogma que devemos quebrar em Frederico: o bairrismo não nos levará a nada. E, complementando, a tão sonhada “união das bandas” é uma Epifania; não existe há muito tempo e não voltará a existir. É possível reunir algumas pessoas para tomar cerveja e rir um pouco, e esses são os que valem a pena. Mas reunir todos os que poderiam fazer diferença, é impossível.

TB: Quem cuida da página da Antonieta no Facebook? As atualizações são constantes, como a banda lida com a importância da internet para divulgar o trabalho?

G: Eu tenho tomado frente nestas atualizações, tem um bom tempo. Os quatro tem autonomia para tanto, mas como bolei algumas ações convincentes até aqui, parece que monopolizei o serviço. Hehehe. Reconhecemos que o caminho mais curto para o mundo é a tela do computador e estamos desenvolvendo nossos meios de divulgação neste meio. O físico praticamente inexiste e hoje você pode conhecer uma “banda fenômeno” que até ontem era completamente desconhecida. Se viralizar, pegou. E se pegou pra alguém, pode pegar para qualquer um que se colocar na web.

TB: E quais são os próximos passos da Antonieta?

G: Vamos estudar a repercussão desse nosso primeiro single, o trabalho que realizaremos no dia do show e tudo o que vier depois será muito bem pensado.  A busca é, e sempre foi, por um mercado bem distante daqui, que é o europeu, onde bandas como CSS e duplas como Canja Rave já provaram que o mercado carece de diferenciais. E veja só: eu “engano” no palco desde o 13, tenho quase 25, toquei em “casebre” e em festas muito importantes, então acho que já posso sair daqui, ao mesmo tempo que julgo não me encaixar na faixa das pessoas apressadas que citei mais acima; as que tem pressa demais. Hehehehe

Natalia Nissen@_natiiiii

Internet tem dessas de nos fazer “conhecer” pessoas, mesmo que muitas delas a gente nunca vá encontrar pessoalmente. Pois bem, recebi um e-mail da Larissa Calheiros (que eu “conheço” do Flickr) falando sobre a Fresno e o tal novo clipe com imagens do espaço. Nunca fui fã da banda, mas pra falar a verdade, acho que nunca parei para ouvir uma música inteira e dizer se gosto ou não do som. Já vi muita gente falando deles na timeline e fui conferir o tal vídeo pra ver se tem todo esse borogodó que tão dizendo.

O pouco que eu conheço deles é de ler uma ou outra chamada na internet mesmo, acreditava que era mais uma banda emocore no meio de tantas outras e que tentava se destacar no cenário da música independente. Uma imagem baseada num estereótipo, afinal. A Fresno já tem estrada, foi criada em 1999, e há pouco tempo o baixista Rodrigo Tavares deixou a banda para seguir carreira solo.

Não vou ficar falando da carreira e da música porque não conheço, mas assisti ao clipe da música “Infinito” e é inevitável reparar na baita produção – avaliada em aproximadamente R$100 mil – de uma banda que acabou de largar uma grande gravadora. As imagens gravadas com a câmera acoplada a balões são realmente lindas, a história é legal e a edição foi impecável. Se a música não for tão boa, vão ganhar a audiência pela superprodução do vídeo, com certeza. Tirem a prova assistindo:

A Larissa ainda comentou no e-mail que a banda está se desvencilhando da imagem e atitude super comercial que a maioria das bandas adquire quando entra para uma gravadora importante. Parece que a Fresno está trabalhando em algo mais autêntico e menos preocupado com o sucesso, mas isso é quase dispensável pra quem já está inserido no mercado concorrido da música brasileira, não?! Quem é fã desde sempre tende a gostar do novo trabalho e, quem sabe, mais pessoas que não eram se identifiquem com ele. O novo disco deve ser lançado em meados do segundo semestre e o vocalista, Lucas Silveira, garante que vai ser épico. No pretensioso trabalho ainda terá quatro músicas orquestradas com participação do músico Lucas Lima na produção.

Natalia Nissen@_natiiiii

Nos próximos dias 12 e 13 de julho a banda Datavenia volta aos palcos de Frederico Westphalen, na quinta-feira se apresenta no Les Paul fazendo um tributo a Metallica e na sexta-feira faz a abertura da festa em comemoração ao Dia Mundial do Rock no Pub Maria Lucia que tem como atração principal a banda Holiness.

O último show da banda foi há pouco mais de dois meses (Foto: Natalia Nissen)

A Datavenia lançou o single Devil’s Game em fevereiro do ano passado e agora apresenta duas novas músicas: Bang Your Head e Strange Zone. A Devil’s Game tem quase oito minutos, mas as novas músicas são mais curtas e prometem grudar na cabeça de quem gosta de um som mais pesado. O processo de gravação desses novos trabalhos durou quase um mês, o perfeccionismo da banda contribui com isso, mas a composição começou há bastante tempo. Os integrantes não se dedicam exclusivamente à música, dividem-se entre estudos e trabalho, um deles mora em outra cidade e, assim, a criação de uma música torna-se algo mais demorado que o esperado.

Há pouco mais de um ano a banda tocou no palco do Opus 10 Hall Pub e agora volta ao local para fazer a primeira apresentação no então Les Paul Rock Pub, o último show aconteceu no final de abril no festival “Vive La Résistance”. Unindo trabalho e diversão a Datavenia promete um tributo muito especial, a princípio o repertório conta com 12 músicas da banda Metallica (duas recém-incluídas na lista) e outros clássicos que a banda costuma apresentar.

Na noite seguinte a Datavenia abre o show da banda revelação do metal nacional, Holiness, uma promoção de Fuga Produções. O show deve ser mais curto, mas não menos empolgante como declara o baixista Guilherme “ainda não definimos o repertório, mas além das duas músicas novas e as do Metallica, temos mais uma possível carta na manga e quem for ‘peão do inferno’ vai curtir demais”. Os músicos declaram que estão muito felizes em tocar duas noites seguidas em Frederico Westphalen porque isso demonstra o reconhecimento que a banda tem na cidade, é muito gratificante e esperam que sejam duas noites inesquecíveis.

Faz parte dos planos para o futuro buscar mais lugares para se apresentar, fazer um trabalho fotográfico para divulgar a banda e, talvez, uma pequena compilação das músicas. Os planos não passam de conversas, por enquanto, mas devem entrar na pauta dos próximos ensaios.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

“O Pesadelo É Sempre Maior Na Minha Cabeça” é muito mais que um soco na cara. A banda tem quase 8 anos de estrada, é de Gravataí (Rio Grande do Sul), se chama Tapete Persa e é formada por cinco caras que fazem rock sem se preocupar com o que a sociedade pensa deles.

Formada por Gabriel Bertolo (voz), Matias Jardim (bateria), Pedro Scherer (baixo), Rafael Linck (guitarra) e Sandro Silveira (guitarra), a Tapete Persa lançou há pouco seu primeiro videoclipe, “Babuino”, que poderia se encaixar em qualquer filme do Tarantino, devido à sanguinolência presente no clipe. Rock, sangue, “foda-se”, sem padrões, liberdade: conheça um pouco da Tapete Persa através dessa entrevista feita por e-mail.

Foto: divulgação

The Backstage: A TapetePersa existe há quanto tempo e quando vocês iniciaram no ramo musical?

Tapete Persa: Completaremos 8 anos de banda agora em setembro. Todos da banda já tem uma boa trajetória na música. A TapetePersa não é a primeira banda de nenhum dos integrantes, portanto, remete ainda ao século passado a nossa iniciação na música.

TB: A banda já passou por mais de uma formação? 

TP: Sim. Da formação original da banda ainda temos o Rafael e o Matias. Os demais foram entrando aos poucos e conforme as necessidades que a dinâmica da banda foi exigindo. Mas, nesta trajetória, muita coisa mudou mesmo. É aquele processo básico de evolução do som e de experimentar cada vez mais. Nosso último EP, anterior a este lançado ano passado, é de 2009 e se ele já foi meio que um divisor de águas na historia da banda, hoje nosso som – com este novo EP – segue numa mutação sempre em busca de achar o conceito perfeito para a banda. Enfim, hoje, diferente de 8 anos atrás, encaramos a banda profissionalmente. Nossas expectativas englobam um universo muito maior do naquele momento inicial. Existe, além da preocupação com nossa música, todo um trabalho de produção musical, de shows, do conceito estético, da questão da internet, do número de pessoas envolvidas neste projeto que vai aumentando gradativamente.

TB: “O Pesadelo É Sempre Maior Na Minha Cabeça” é o primeiro EP? 

TP: Com essa formação é o nosso primeiro EP, sim. Na trajetória da banda já colecionamos dois, contando com este recém lançado. Ambos disponíveis para download no nosso espaço no site da Trama Virtual. Na realidade, este EP que lançamos no final de 2011 (“O Pesadelo É Sempre Maior Na Minha Cabeça”) junto do clipe de “Babuíno” que lançamos agora vieram no intuito de consolidar uma nova estética na qual a banda vem trabalhando desde o inicio de 2011, quando definimos esta formação atual.

TB: “Babuíno” é o primeiro clipe da banda? 

TP: Sim, é o nosso primeiro clipe e temos um baita orgulho dele. Foi produzido junto a “Amigo Lagarto” e teve um resultado que superou todas as nossas expectativas. Ali no vídeo a gente reuniu as nossas maiores referências de cinema para ajudar a compor a estética do clipe, além de reunir uma turma de verdadeiros parceiros e amigos que fizeram a coisa acontecer. E a resposta de quem vê o clipe tem sido muito positiva, o que reforça para a gente que o caminho é bem esse mesmo, fazer que aquilo represente o nosso trabalho, nossas composições e o que somos enquanto artistas.

TB: Quais as principais influências da Tapete Persa? Como isso funciona em uma banda de cinco integrantes?

TP: Em uma banda com 8 anos de estrada, com 5 integrantes e muitos gostos diversos, as influências tendem sempre a aumentar e se dinamizar, pois o mundo não para e tudo à nossa volta acaba se tornando uma justificativa para escrevermos nossos sons sobre o nosso cotidiano e aquilo que rola ao nosso redor. Nossa necessidade de música é sempre enorme. Os mestres do rock ainda estão lá na nossa vitrola, especialmente os dos anos 70, nos mostrando como fazer. Sem contar o grande número de gente boa de uma nova safra roqueira produzindo materiais muito bons por aí.

TB: Como está a agenda da banda? Estão trabalhando em cima de que neste momento?

TP: O nosso primeiro semestre deste ano foi praticamente envolvido na produção e lançamento deste clipe. O intuito agora é viajar bastante pra mostrar este trabalho. Algumas coisas bem bacanas já pré-agendadas para o segundo semestre, mas com alguns detalhes em aberto. Logo a gente vai anunciar em nossos sites pra galera ficar por dentro da função, mas garantimos que o que não vai faltar neste segundo semestre é a vontade de mostrar o disco e o clipe por todos os cantos possíveis.

E o The Backstage vai sortear 2 kits da Tapete Persa! Para concorrer, é o seguinte:
Basta twittar “Sigo o @The_Backstage_ e a @TapetePersa e quero um kit que o blog está sorteando http://kingo.to/17s8 “. Não esqueça do link no final! O sorteio será dia dia 20/06, próxima quarta-feira.

RESULTADO:

@gui_gurizao e @renancamboim

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Foi da vontade antiga de ter um bar que Crystian Graffitti, 29 anos, idealizou o “Les Paul Rock Pub – um lugar do caralho”, que será inaugurado dia 08 de junho em Frederico Westphalen.

Divulgação

Com influência única do rock’n’roll, Graffitti pretende trazer para o espaço localizado na Rua Piratini (onde funcionava o antigo Opus 10 Hall Pub) o melhor do rock nacional. Abrindo todas as quintas-feiras, sextas-feiras e sábados do mês, o Les Paul já tem várias atrações confirmadas: no dia 8, noite da inauguração, a banda responsável por animar o ambiente é a Maquinados, de Venâncio Aires. No sábado, quem toca os maiores clássicos dos anos 80 é a Fliperama, grande banda frederiquense.

Só para ter uma ideia das atrações que já estão confirmadas no Les Paul: Apolo Deriva (de Porto Alegre), Datavenia (de Frederico, fazendo um tributo a Metallica), Medusa (Chapecó/SC), Lord Rock (de Cruz Alta, fazendo um tributo ao Led Zeppelin), AC/DC cover, Raul Seixas cover e muito mais vindo por aí.

Sobre o ambiente, Graffitti comenta que ele vai ser climatizado, terá dois exaustores e não será permitido fumar dentro do local. Também comenta que o bar inteiro foi remodelado com trabalhos em gesso, isolamento acústico, e a decoração vai surpreender a todos. Além da surpresa com a decoração, outra surpresa boa é o preço da cerveja, que será diferenciada dos outros locais. Além de cerveja barata, o Les Paul vai ter todos os tipos de bebidas: de whisky, passando por “samba” e chegando ao “pé sujo”.

Outra prioridade de Graffitti é trabalhar com bandas da cidade e região, mostrando que aqui em Frederico a cena rock é tão forte quanto em qualquer cidade maior.

Você encontra os ingressos para o Les Paul Rock Pub nos seguintes pontos:

Aba Store
Mendonças Bar e Pizzaria e
Posto Maranello.

 Os valores dos ingressos para a noite de inauguração custam R$15,00 R$ 20,00 e R$25,00 na hora, e certamente o The Backstage Blog vai estar lá na inauguração, apoiando e divulgando o rock’n’roll.

Para a inauguração o Les Paul está com promoção no Facebook. É só clicar aqui, ir para a página e concorrer.