Archive for the ‘Lançamentos’ Category

Natalia Nissen@_natiiiii

No final da tarde deste sábado, 27, a Vitrola lançou o selo Vitrola Live!, uma linha de presentes que teve como ponta pé inicial a apresentação, com desfile, de dez modelos de camisetas de rock. A ideia é unir modernidade com os clássicos do rock and roll e as primeiras peças  têm estampas de AC/DC, The Beatles, Queen, Nirvana, Pink Floyd, Led Zeppelin, The Doors, Rolling Stones, Kiss e Ramones. As camisetas custam R$ 39,90 cada (tem baby look também).

Em breve a Vitrola vai lançar outros produtos com o selo, como canecas e bottons com estampas que remetem à cultura e à música. A melhor parte é que os produtos serão vendidos pela internet. As camisetas estão com estampas super criativas e vale a pena dar uma conferida. Fica a sugestão: fazer a mesma estampa em várias cores.

É até difícil fazer a listinha das que eu quero, mas minhas preferidas são: The Beatles, Queen (numa cor mais democrática que o amarelo) e The Doors. (:

Natalia Nissen@_natiiiii

Antes tarde do que nunca! Minha ausência por aqui não é proposital, mas inevitável. E nada tão bom quanto ter uma semana de muito trabalho e na véspera do feriado dar de cara com uma música nova dos Stones, depois de sete anos. Li por aí que uma pá de gente não curtiu e esperava mais. Pra mim tá bom demais, os caras tão “velhos” e podiam se acomodar enquanto um monte de bandas meia-boca surgem por aí numa tentativa de fazer um décimo do que eles já fizeram.

Rolling Stones, pra mim, é o tipo de banda que pode até fazer esforço pra ser ruim, mas sempre vai sair alguma coisa aproveitável daquele som. Espero que o “GRRR!” – álbum de comemoração aos 50 anos dos Stones – seja bom, mas também não vou ficar esperando o melhor disco de todos os tempos. A estreia está prevista para daqui um mês, então, vamos aguardar.

E voltando a falar da “música do dia”, “Doom and Gloom” foi lançada hoje e já contabiliza mais de 160 mil visualizações (e audições!) no Youtube. O vídeo ficou legal e a música, apesar das críticas, também veio para lembrar aquilo que todo mundo já sabe: os caras são foda.  E já que amanhã é Dia das Crianças, fica aqui a dica: incentivem as crianças a ouvirem essas boas canções, assim, daqui a 50 anos elas vão conhecer os caras que um dia fizeram a gente acreditar no tal de rock and roll.

Ouçam e tirem suas próprias conclusões… enquanto eu ouço pela décima vez seguida.

Natalia Nissen@_natiiiii

Acho que o post é um meio-termo entre o Set List e a Música do Dia… mas já que vai uma explicação maior do que o convencional do Set List, resolvi deixar aqui mesmo.

Maria do Relento é uma daquelas bandas que eu gosto desde que eu me conheço por gente… tá, nem tanto. Mas, “crescer numa loja de CDs” me fez conhecer coisas bem interessantes e essa banda é uma delas. As lembranças mais remotas são de algumas músicas do “Movido a Gás”. Depois vieram outras músicas e eu fiquei super feliz de ouvir algumas no show que a Maria do Relento fez aqui em Frederico Westphalen, só faltou “Quero te levar”.

A banda é uma daquelas clássicas do rock gaúcho (e olha que eu já ouvi muita gente reclamando e dizendo que eles não tocam rock) e quem não conhece devia pesquisar um pouquinho e ouvir as músicas cheias de graça. Há poucos dias foi lançado o clipe oficial da música “Farofada Rock’n’Roll” e hoje, quando assisti pela primeira vez, só consegui pensar em uma coisa: quem nunca? O vídeo é até meio bizarro, mas é engraçado pensar que todo mundo já deve ter passado por tal situação. Quem nunca fedeu a cigarro, mesmo sem fumar, ficou bagaceiro depois de suar e cantar a noite inteira?

Tem como não rir dessa música? É por isso que, mesmo depois de tanto tempo, eu continuo gostando dessa banda.

Natalia Nissen@_natiiiii

A movimentação começou cedo através da fanpage da frederiquense Antonieta. Na próxima sexta-feira, 27, a banda estreia com a nova formação – Lara Fontana, Maurício Donin, Gustavo Minuzzi e Victor Barberini – e lança o primeiro single no palco do Les Paul Rock Pub. Gustavo Minuzzi, baixista, respondeu sem papas na língua as perguntas do The Backstage e a seguir você confere as respostas sobre a nova fase da Antonieta.

The Backstage: Como surgiu a Antonieta? E quais as influências da banda?

Gustavo: Surgiu de outras experiências sonoras que o Maurício e eu tivemos ao longo dos tempos (tocamos juntos há praticamente 8 anos). Em determinado momento, ao encerrarmos o ciclo de um outro projeto, optamos por nos engajar em algo novo e então, no dia 07 de janeiro de 2010, nasceu a Antonieta, que queria tudo, menos ser uma replicadora de fórmulas. Quanto as influências, citar as individuais seria abusar da paciência de todo mundo, pois são muitas, mas como banda buscamos referências modernas do rock e do dance para aliarmos as nossas próprias concepções no que tange a criação.

TB: Vocês ganharam o 1º lugar na categoria “Composição Senior” do II Festival Cultural Atena. Qual a importância desse prêmio para vocês e para o currículo da Antonieta?

G: Foi de grande importância, sem dúvida; repercutiu bem frente ao fato de que muita gente ainda não tinha nos visto e, portanto, não dava por consumado o nosso retorno. Foi a primeira apresentação que fizemos com a Lara e com o Victor, e foi uma maneira muito interessante de começar. E em relação ao currículo, acredito que ninguém pode se dar por satisfeito apenas com o segundo lugar. É preciso querer mais e, certamente, a lembrança de que fomos escolhido pelo júri nos obriga a sermos melhores a cada ensaio que fizermos.

TB: No próximo dia 27 a banda se apresenta no Les Paul, é o retorno em grande estilo e com lançamento do primeiro single. O que o público deve esperar desse show? E o que a própria banda espera da apresentação? 

G: O queremos levar até o Les Paul é a fundamentação do nosso discurso: não queremos ser iguais e estamos deixando tudo pronto para que isso fique evidente. Temos nos dedicado ao show como um todo e, no exato momento em que respondo essas perguntas, ouço pela 30ª vez o single que será lançado (acabou de chegar da pós produção), primeiro com uma “provocação” na coletiva de imprensa que se realizará na Vitrola na sexta-feira e, mais tarde, na íntegra e ao vivo, no Les Paul!

TB: O repertório do show no Les Paul já foi definido? Pode nos adiantar alguma coisa?

G: Sim, está definido. Hummm… deixe-me ver. Certamente vai rolar a “23:59”, nosso single, e em seguida posso dizer que, por um bom tempo, não vamos deixar a peteca cair. Acho que fizemos boas escolhas, mesmo que algumas músicas não sejam conhecidas para algumas pessoas, certamente não haverá desculpas para ficar parado! Hehehehe.

TB: O que você acha do atual cenário do rock em Frederico Westphalen? Muitos dizem que a safra de bandas e festas está muito boa, mas há quem diga que ainda tem muito a se fazer para valorizar o rock de verdade.

G: Muitas bandas estão preocupadas em sair depressa demais daqui, sem nem sequer terem absorvido de fato o que a atmosfera desse lugar tem para lhe emprestar. Ouço bandas que replicam fórmulas de mais de 50 anos, optando por competir com uma grande massa ao invés de serem de fato originais no que fazem. Isso acontece em Frederico, e o que posso dizer sobre as bandas daqui é que a Fungus é a banda de Punk-Rock mais massa na qual eu já pensei em ser um baterista improvisado – e efetivado- e que a Datavenia é coice de mamute, forte mesmo. Nos falta, por aqui, um pouco de ousadia na hora de produzir, pois um material de qualidade é definitivo quando se busca mercado e justamente essa parte é um dogma que devemos quebrar em Frederico: o bairrismo não nos levará a nada. E, complementando, a tão sonhada “união das bandas” é uma Epifania; não existe há muito tempo e não voltará a existir. É possível reunir algumas pessoas para tomar cerveja e rir um pouco, e esses são os que valem a pena. Mas reunir todos os que poderiam fazer diferença, é impossível.

TB: Quem cuida da página da Antonieta no Facebook? As atualizações são constantes, como a banda lida com a importância da internet para divulgar o trabalho?

G: Eu tenho tomado frente nestas atualizações, tem um bom tempo. Os quatro tem autonomia para tanto, mas como bolei algumas ações convincentes até aqui, parece que monopolizei o serviço. Hehehe. Reconhecemos que o caminho mais curto para o mundo é a tela do computador e estamos desenvolvendo nossos meios de divulgação neste meio. O físico praticamente inexiste e hoje você pode conhecer uma “banda fenômeno” que até ontem era completamente desconhecida. Se viralizar, pegou. E se pegou pra alguém, pode pegar para qualquer um que se colocar na web.

TB: E quais são os próximos passos da Antonieta?

G: Vamos estudar a repercussão desse nosso primeiro single, o trabalho que realizaremos no dia do show e tudo o que vier depois será muito bem pensado.  A busca é, e sempre foi, por um mercado bem distante daqui, que é o europeu, onde bandas como CSS e duplas como Canja Rave já provaram que o mercado carece de diferenciais. E veja só: eu “engano” no palco desde o 13, tenho quase 25, toquei em “casebre” e em festas muito importantes, então acho que já posso sair daqui, ao mesmo tempo que julgo não me encaixar na faixa das pessoas apressadas que citei mais acima; as que tem pressa demais. Hehehehe

Natalia Nissen@_natiiiii

Internet tem dessas de nos fazer “conhecer” pessoas, mesmo que muitas delas a gente nunca vá encontrar pessoalmente. Pois bem, recebi um e-mail da Larissa Calheiros (que eu “conheço” do Flickr) falando sobre a Fresno e o tal novo clipe com imagens do espaço. Nunca fui fã da banda, mas pra falar a verdade, acho que nunca parei para ouvir uma música inteira e dizer se gosto ou não do som. Já vi muita gente falando deles na timeline e fui conferir o tal vídeo pra ver se tem todo esse borogodó que tão dizendo.

O pouco que eu conheço deles é de ler uma ou outra chamada na internet mesmo, acreditava que era mais uma banda emocore no meio de tantas outras e que tentava se destacar no cenário da música independente. Uma imagem baseada num estereótipo, afinal. A Fresno já tem estrada, foi criada em 1999, e há pouco tempo o baixista Rodrigo Tavares deixou a banda para seguir carreira solo.

Não vou ficar falando da carreira e da música porque não conheço, mas assisti ao clipe da música “Infinito” e é inevitável reparar na baita produção – avaliada em aproximadamente R$100 mil – de uma banda que acabou de largar uma grande gravadora. As imagens gravadas com a câmera acoplada a balões são realmente lindas, a história é legal e a edição foi impecável. Se a música não for tão boa, vão ganhar a audiência pela superprodução do vídeo, com certeza. Tirem a prova assistindo:

A Larissa ainda comentou no e-mail que a banda está se desvencilhando da imagem e atitude super comercial que a maioria das bandas adquire quando entra para uma gravadora importante. Parece que a Fresno está trabalhando em algo mais autêntico e menos preocupado com o sucesso, mas isso é quase dispensável pra quem já está inserido no mercado concorrido da música brasileira, não?! Quem é fã desde sempre tende a gostar do novo trabalho e, quem sabe, mais pessoas que não eram se identifiquem com ele. O novo disco deve ser lançado em meados do segundo semestre e o vocalista, Lucas Silveira, garante que vai ser épico. No pretensioso trabalho ainda terá quatro músicas orquestradas com participação do músico Lucas Lima na produção.