Archive for the ‘Shows’ Category

Natalia Nissen@_natiiiii

A capital gaúcha está cada vez mais perto de transformar-se em parte integrante do eixo de cidades que recebem os mais importantes shows do país. Se até há algum tempo  as pessoas só pensavam em ‘Rio-São Paulo’ como as cidades dos melhores shows, já podem incluir Porto Alegre como uma representante do eixo.

Depois de 10 anos Eric Clapton volta ao Brasil e faz show em Porto Alegre (Foto: divulgação)

Ano passado Paul McCartney fez um show no estádio Beira-Rio, Ozzy Ousborne lotou o Gigantinho, Green Day também marcou presença, entre outras grandes atrações que pousaram em Porto Alegre durante suas turnês brasileiras. Em 2011 já foram confirmados outros importantes espetáculos na capital. No próximo dia 10 de julho tem Mr. Big no Opinião.

O heavy metal será representado pela Black Label Society no dia 14 de agosto, também no bar Opinião. Para os headbangers de plantão ainda há outras atrações, Evergrey dia 28 de julho no Teatro Ciee e Machine Head e Sepultura dia 16 de outubro.

O guitarrista Eric Clapton toca em Porto Alegre no dia 06 de outubro, no estacionamento da FIERGS. A turnê do álbum ‘Clapton’, lançado em 2010, passa pelo Rio de Janeiro (09) e São Paulo (12), depois segue para a Argentina e Santiago (Chile). A venda dos ingressos para a apresentação em Porto Alegre começa no dia 29 de julho no site LivePass.

Essa semana foi confirmada a visita do ex-beatle Ringo Starr e sua banda, a All Starr Band. O show vai acontecer no Gigantinho dia 10 de novembro e as apresentações seguem para São Paulo (12 e 13), Rio de Janeiro (15), Belo Horizonte (16), Brasília (18) e Recife (20). Os ingressos serão vendidos a partir do dia 18 de julho. No repertório músicas da carreira solo de Ringo, e também, dos Beatles. Boatos ainda especulam que Paul McCartney fará show em Recife no mesmo mês da apresentação de Starr.

Ozzy fez show em setembro de 2010 e Zakk Wylde vem a Porto Alegre com a banda Black Label (Foto: divulgação)

Na última quarta-feira, 29, um jornalista confirmou no seu perfil em uma rede social o show da banda americana Pearl Jam. A última passagem deles por Porto Alegre foi em novembro de 2005. Seis anos depois a banda volta à capital e se apresenta em novembro no estádio do Zequinha. As informações sobre o show devem ser divulgadas nos próximos dias.

Roger Waters, um dos fundadores da banda Pink Floyd, vem ao Brasil em março de 2012. O astro vai passar por Porto Alegre no dia 17 com o show ‘The Wall’ e depois segue para duas apresentações em São Paulo (22 e 23) e uma no Rio (25). As atrações são muitas, rock para agradar a gregos e troianos. Agora só falta decidir quais shows merecem o investimento, afinal, os ingressos exigem algumas economias.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Em 2001 surgiu em Brasília a “Noite Senhor F”, e não demorou muito para que ela se transformasse em referência para a cena independente local. Desde a sua inauguração, a Noite Senhor F se tornou um dos eventos mais respeitados do país. A Noite já foi realizada em outras capitais, como Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte, Goiânia e Belém. Agora o evento acontece regularmente no Bar Opinião, em Porto Alegre, onde no último domingo, dia 19 de junho, aconteceu a quinta edição da Noite Senhor F.

A Catavento de Bolso abriu a Noite Senhor F no Opinião (Foto: divulgação)

A banda de abertura foi a Catavento de Bolso: formada por Fernando, Nicolas, Guilherme e Jesus, que são naturais de Canoas e Esteio. Banda mais ativa do Coletivo Tomada Rock, os músicos estão na estrada há quatro anos, sendo que dois foram apenas de ensaio. Jesus entrou por último: “eu era fã da banda e rolou de tocar com eles”, disse o tecladista, que ainda citou as duas músicas que eles lançaram na internet no primeiro semestre de 2009: “Tantas pessoas” e “Só eu que presto”.

Atualmente, eles estão gravando um EP de quatro músicas que deve ser lançado em outubro deste ano, além de uma faixa bônus que talvez entre neste primeiro EP.

Também natural da região metropolitana de Porto Alegre, a banda O Curinga, formada originalmente por João Lucchese, Diego Salles e Samuel Muller, de Novo Hamburgo,  foi a segunda atração da noite. No momento, a banda está no Estúdio Suminsky gravando um CD que provavelmente será lançado em agosto desse ano, além de ter na internet o clipe do single “Suspirando ao acordar”, gravado pelo Clube 7, uma produtora de audiovisual de Porto Alegre.

O Curinga está em estúdio e pretende lançar o disco em agosto (Foto: Carol Govari Nunes)

Em quase 3 anos de atividade, O Curinga já gravou dois EP’s independentes: o primeiro, intitulado “Embaralhado”, com três músicas, e o segundo “Prelúcio” também com três músicas.

As letras dos caras falam basicamente de pessoas e sociedade: As músicas “Primeiro, Segundo e Terceiro ato” são sobre um único personagem que veio de um livro que nos influenciou muito, chamado “O dia do curinga”, de Jostein Gaarder. O livro é sobre filosofia e daí também veio o nome da banda”, disse Diego Salles, baixista da banda.

Neste link você assiste um trecho destas músicas:  http://www.youtube.com/watch?v=QA18kwo98HI

Ao serem indagados sobre a cena independente – afinal, esse é o enfoque da Noite Senhor F, os músicos reclamam da falta de apoio local. Dizem que se a banda não tiver um contato grande, não consegue tocar em nenhuma rádio, além do público em Porto Alegre ser muito fechado, não comparecendo em locais sem uma grande atração que chame para a festa, dando preferência a nomes conhecidos. Daí a importância de tocar no Opinião, para que sejam vistos e quem sabe assim consigam contatos importantes.

A terceira e última banda da Noite foi a Volantes. Portoalegrenses radicados em São Paulo há pouco tempo, Arthur Teixeira, Bernard Simon, Fabricio Lunardi e Filipe Consoline estavam distantes da terra natal devido à agenda de shows que estão fechando por todo o Brasil, inclusive no Nordeste.

A Volantes foi a última banda a se apresentar na Noite Senhor F (Foto: Carol Govari Nunes)

No domingo eles lançaram o clipe “No Corredor, ali” dirigido por Rafael Kent, que “abraçou a causa”, segunda Arthur Teixeira, vocalista da banda. Arthur comentou também que em São Paulo são eles mesmos que fazem tudo, enfatizando o apoio da gravadora Deckdisc, que foi quem lançou através do novo selo Vigilante um compacto em vinil com as faixas “Maçã” e “No Corredor, ali”  (que você encontra no site da 7 Polegadas, além de várias outras coisas deles e de outros artistas).

– Preciso agradecer muito à Deckdisc, porque eles investem em artistas nacionais, sendo a única gravadora 100% independente do Brasil. O Rafael Ramos é muito amável e amigo de todos nós, é um prazer para a gente trabalhar em um lugar onde todo mundo acaba virando família, disse o vocalista.

A mensagem que os músicos deixam para as bandas iniciantes é que todos devem manter contato dentro e fora de Porto Alegre. Tem muita banda por aí e o mais importante é movimentar a cena, apoiar uns aos outros.

Sobre o Selo e a Noite Senhor F você encontra outras informações aqui.

Outras fotos você vê no nosso Flickr.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

“A Trupe Delirante no Circo Voador” é o segundo DVD ao vivo da cantora (Foto: Carol Govari Nunes)

Na última quinta-feira, 16, o Bar Opinião apresentou o show de lançamento do DVD A Trupe Delirante no Circo Voador, da cantora Pitty.  Gravado em dezembro de 2010 e lançado há pouco mais de um mês, a cantora veio até a capital gaúcha com sua trupe, além de Hique Gomez fazer uma participação especial durante as músicas “Água Contida” e “Só Agora”, deixando os gaúchos enlouquecidos.

Com início por volta das 23h, Pitty e banda mostraram que continuam lotando a casa mesmo depois de 8 anos do primeiro show no Opinião. Pessoas já viajaram de vários lugares do estado – e até do país – para prestigiarem o show no Bar. Quando, em 2009, Pitty se apresentou no Pepsi On Stage, o público compareceu da mesma forma, porém, há quem diga que não rolou a mesma química que acontece dentro do Opinião. Esta é a magia de shows em lugares pequenos: público perto do artista não apenas assistindo ao show, mas fazendo parte do show. Em lugares grandes como a Fiergs e Pepsi On Stage isso não acontece, daí o calor absurdo e a vibração que você consegue sentir de qualquer canto do Bar.

Juntando isso com a qualidade do artista, não tem como não dar certo: durante uma hora e meia, ou mais, ou menos (não exija tanto assim de mim), Pitty apresentou as músicas do novo DVD e outros vários sucessos da sua carreira. Já passaram pela banda outros dois guitarristas e agora um novo instrumentista apareceu, o tecladista Brunno Cunha.

Não posso deixar de comentar o amadurecimento da cantora e banda no palco. Isso é completamente perceptível e sadio, apesar dos que insistem em chorar dizendo que não é a mesma banda do início da carreira. E é assim que as coisas devem ser, não? Mudar, evoluir. Já pensou que cansativo se a Pitty continuasse gravando discos iguais ao Admirável Chip Novo e fazendo o mesmo tipo de show?

Pitty tocou sucessos dos seus três discos de estúdio (Foto: Carol Govari Nunes)

Um detalhe interessante é que o público do Opinião mudou e o público da artista também. Há os que agiram preconceituosamente com “Me Adora” e não escutaram todo o Chiaroscuro – uma pena, já que A Trupe Delirante no Circo Voador comprova que com o passar dos anos Pitty infringiu as regras dos que queriam que ela continuasse do mesmo jeito e se solidificou como uma artista forte, independente e que evolui a cada disco.

 Mais fotos você pode ver no nosso Flickr.

Outros vídeos do show:

“Comum de dois”: http://migre.me/564zL

“Água Contida”: http://migre.me/564AB

“Hotel” (Sabonetes), por Martin: http://migre.me/564Cl

Amplifica Indie Rock

A noite seguiu no Porão do Beco, onde estava acontecendo o Amplifica Indie Rock (falamos do evento aqui) com as bandas Acústicos & Valvulados, Gulivers, The Modê e Tabascos.

Os Acústicos & Valvulados foram a última atração do Amplifica Indie Rock (Foto: Carol Govari Nunes)

Chegamos ao local por volta das 3h30min e pude assistir apenas ao show dos Acústicos & Valvulados. Depois de lançar discos com selos de importantes gravadoras, a A&V retornou ao cenário independente criando a produtora Mico e Jeg Fac, responsável pelos projetos da banda.  Mesclando sucessos dos 20 anos de carreira e do álbum Grande Presença, a banda animou os sobreviventes do Porão do Beco, já que era a última atração da noite.

E isso é tudo o que eu posso contar para os leitores do The Backstage. O resto o meu eu-etílico esqueceu, mas talvez um dia ele lembre. Ou não.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

A banda Sabonetes abriu o show para o Jota Quest aqui, em Passo Fundo e Alvorada (Foto: Carol Govari Nunes)

Na última sexta-feira, dia 20, Frederico Westphalen recebeu, na Ecco Eventos, a banda Jota Quest em uma noite memorável e com muitas atrações. A banda mineira, que iniciou sua turnê que celebra os 15 anos de estrada, trouxe consigo os Sabonetes (leia aqui a entrevista com Wonder, guitarrista da banda), curitibanos radicados em São Paulo, como banda de abertura.

Depois do voo que traria os Sabonetes até Chapecó (SC) ser cancelado, a banda teve que pegar um voo até Porto Alegre, de onde vieram até Frederico Westphalen com uma van fretada pela companhia aérea.

Chegando direto de Porto Alegre ao local do show – e na hora do show (por volta das 23h), os Sabonetes subiram ao palco dando abertura à noite que ali se iniciava. Apesar do desgaste da viagem, a banda fez um show de aproximadamente uma hora e meia, animando o público que lotava a Ecco Eventos. Artur Roman, vocalista dos Sabonetes, comandou o show com a dignidade de um belo e eficiente frontman. Conversou com a plateia, pulou, cantou e tocou guitarra durante todo o show, além de pará-lo assim que uma garota desmaiou. Devido ao calor e pouca circulação de ar no local, alguns acidentes, como este desmaio, aconteceram. Assim que a garota foi retirada da grade que separava público e banda, o show, que estava se encaminhando para o final, prosseguiu.

Além das músicas do álbum Sabonetes (2010), a banda fez versões de “Should I stay or should I go”, do  The Clash, “Last night”, dos Strokes e “Seven nation army”, do White Stripes, essa cantada pelo guitarrista Wonder Bettin.

Quem foi até o local sem saber da presença dos Sabonetes teve uma feliz surpresa. Músicas de qualidade e bem executadas, mostrando fazer parte de uma ótima leva de bandas que estão aparecendo no cenário do rock nacional. A aceitação do público ficou visível durante todo o show e principalmente no final, quando os músicos se juntaram ao público para prestigiar o Jota Quest e foram surpreendidos pelas pessoas que apareceram para cumprimentá-los.

O Jota Quest apresentou os maiores sucessos destes 15 anos de banda (Foto: Carol Govari Nunes)

O Jota Quest, atração principal da noite, foi aclamado logo de entrada: muitos gritos fizeram coro assim que Rogério Flausino, vocalista da banda, apareceu no palco. Com um set list passeando pelos 15 anos de banda, o Jota Quest apresentou seus maiores hits durante o show – não tinha quem não cantasse ou conhecesse as músicas. Flausino elogiou a banda de abertura e conversou com o público em diversos momentos do show, além de agradecer os patrocinadores do evento e contar um pouco desses 15 anos de história da banda. O show teve mais ou menos duas horas de duração – muito mais que o esperado. A banda, que também sofreu com atraso e cancelamento de voo, mostrou-se disposta durante todo o tempo, acabando com os comentários de que bandas famosas mostram-se indiferentes quando o público é pequeno. Flausino fez parte do sempre presente coro “Ah, eu sou gaúcho” e ainda comentou que os mineiros não têm essa empolgação do público do Rio Grande do Sul, aumentando o delírio dos que estavam ali presentes.

Quem seguiu com a festa no palco ao lado – porque o palco do Jota Quest em seguida foi desmontado, devido aos shows do final de semana – foi a banda local Fliperama. A Santo Graau apareceu para tocar 3 músicas com a Fliperama, que embalou o final da noite com sucessos oitentistas como, por exemplo, Cazuza, Iron Maiden, TNT, Van Halen e uma lista gigante de nomes famosos.

A Fliperama encerrou os shows da noite com os grandes clássicos dos anos 80 (Foto: Carol Govari Nunes)

Apesar de uma gripe que deixou o vocalista Sandro Vieira quase sem voz, o show foi impecável, tanto que Rogério Flausino e P.J (baixista do Jota Quest) foram conferir junto com o público o show da Fliperama. Nos bastidores, Flausino, ao escutar o som da Fliperama, comentou que a banda era muito boa e em seguida saiu do camarim, andou pela Ecco Eventos e parou em frente ao palco para assistir ao show. Obviamente, muitas pessoas foram até ele para conversar e tirar foto, que foi extremamente atencioso com todos.

O mesmo aconteceu na parte subterrânea do local, onde um DJ seguiu tocando até amanhecer. Lá, Flausino também tirou fotos com fãs e aproveitou a festa até a hora que a van que os levaria para o hotel foi embora.

No sábado as bandas tocaram em Passo Fundo e hoje na cidade de Alvorada.

Você pode conferir toda a agenda dos Sabonetes no site da banda e ficar sabendo por onde o Jota Quest passa durante essa turnê de comemoração no site Jota 15, feito exclusivamente para a comemoração da data.

Natalia Nissen@_natiiiii

A banda prometeu e cumpriu, “talvez não seja o melhor show de heavy metal que você já viu, mas da Datavenia foi o melhor” disse Guilherme Argenta, o baixista e backing vocal da banda. O público lotou o Opus 10 Hall Pub na noite do último sábado, 14, e, literalmente, bateu cabeça até doer o pescoço.

Gui Busatto fazendo pose durante o show (Foto: Josefina Toniolo)

Como já tinha falado aqui, o show foi planejado minunciosamente. Algumas horas antes da apresentação a banda se reuniu para definir alguns detalhes e lembrar pontos importantes das funções de cada um dos integrantes. Em uma conversa quase que despretensiosa a Datavenia acertou as últimas questões antes de fazer um espetáculo muito aguardado pelo público e pela própria banda.

Uma introdução com a música “Oculus Ex Inferni” da banda norte-americana Symphony X alertou a plateia, o show já ia começar. A Datavenia subiu ao palco e iniciou a apresentação com a música “Afterlife” da Avenged Sevenfold. Então seguiram os clássicos do heavy metal, num repertório de 18 músicas, passando por Metallica, Pantera, A7X, Megadeth, Black Label Society, Ozzy Osbourne, Motörhead, Sepultura e Dr. Sin. Na metade do show a banda tocou o single Devil’s Game, e apesar de ser o lançamento da música, muita gente já conhece e cantou junto.

Thainá M. Silva, 15 anos, acha que o show foi muito bom e, ainda, superou as expectativas, principalmente o single e o fato do repertório ser bastante diferenciado da maioria das bandas da região.

A aprovação do público foi evidente, alguns se arriscaram em roda punk, outros bateram cabelo até não poder mais. Havia os mais contidos e outros interagindo durante toda a apresentação. Um sortudo ainda foi contemplado com o cd do single e uma caixa de chocolate (quando a banda foi divulgar o show no programa Na Mira do Rock na Rádio Comunitária o apresentador Fuga fez uma brincadeira e disse para sortearem o tal chocolate).

Até os fãs de música mais pesada gostaram das baladas do repertório, Lucas Cottica Silveira, 18 anos, afirma que nem é entusiasta da Avenged Sevenfold, mas gostou da versão elétrica de “Seize The Day” e “Symphony of Destruction” do Megadeth foi perfeitamente executada. “Eu achei a coisa toda insana; é muito legal ver ao vivo a música Devil’s Game, cheia de riffs doidões, em meio a tanto Thrash/Speed Metal, com Motörhead, Metallica, Pantera e tudo mais. Pra mim, foi a melhor apresentação deles até hoje”, complementa Lucas.

Datavenia fez um show para superar as expectativas do público (Foto: Bruna Molena)

O bis ficou por conta da música “Paranoid” do Black Sabbath, e assim os integrantes da banda ainda fizeram uma brincadeira e mostraram que entendem mesmo de música. O Gui Busatto ficou na bateria, o Gabriel no baixo, nas guitarras Eduardo e Gui Argenta, este também no vocal. Minha colega de “profissão”, Bruna Molena, observou “eles trocam de funções e a qualidade continua, isso é para quem sabe”.

O baterista Eduardo Pegoraro declarou  que o show foi ótimo, “toda a empolgação do público é incentivo para termos a certeza de que estamos no caminho certo e continuarmos fazendo muito heavy metal”. Além disso, a banda está em uma fase de mudanças para melhorar as apresentações, terminar e divulgar as composições próprias.