Archive for the ‘Entrevista’ Category

Carol Govari Nunes@carolgnunes

O mês de junho foi marcado pelo lançamento do single “Merry-Go-Round”, da Fire Department Club. Criada em Porto Alegre no final de 2009 depois que Meinel, guitarrista, teve a ideia de montar uma banda que fizesse um som diferente do que a cidade estava acostumada, a FDC surgiu com uma mistura diferente de elementos sonoros e composições em inglês. Com riffs precisos, melodias marcantes e um ritmo pronto para a dancefloor, “Merry-Go-Round” mostra a ousadia da banda em uma sonoridade única.

Formada por Meinel Waldow (guitarra), André Ache (vocal/baixo) Gabriel Gottardo (guitarra/synth) e Gui Schwertner (bateria), em 2010 a FDC já tinha metido a cara no cenário independente de Porto Alegre, mas só em 2012 foi que lançou seu primeiro EP, “Colourise”. Depois do lançamento do EP, a banda adicionou o “Club” e a coisa começou a ficar maior, iniciando uma parceria com o produtor Luc Silveira e o selo Soma Records. Após essa parceria, a banda relançou a faixa “Just Fine” (presente no EP) e começou a tocar em casas de shows maiores em Porto Alegre, como Beco e Opinião.

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Foto: Divugação 2013 por Daniel Lacet

“As casas de show têm quase sempre disponibilizado o espaço. O que sinto falta ainda é uma cena forte, aonde as pessoas vão a fim de conhecer novas bandas e fazer essa troca de ideias. A noite tá cada vez mais, como disse um amigo, “som alto, encher a cara e achar um amante””, comenta o vocalista/baixista André Ache.

Influenciada por Wombats, Strokes, We Are Scientists, Incubus, Two Door, Foals entre outras tantas bandas, o próximo passo da FDC será o lançamento de um EP com pelo menos 5 faixas, conta o vocalista/baixista. Os músicos atualmente se encontram em processo de pré-produção e pretendem lançar esse EP até o final desse ano. André também comentou sobre o cenário independente de Porto Alegre e disse que a nova safra de bandas na capital está muito boa: “Existe uma nova safra de bandas daqui muito legal. Não só de POA, mas de toda a região metropolitana. Geralmente reunimos uma ou duas para os shows, fazendo um intercâmbio bacana”, diz o músico.

Sobre o processo de composição, André diz que “o nosso processo é bem variado. Todos trabalham. Às vezes surge de um riff de guitarra, às vezes de uma batida louca do Gui. Por muitas o Gabriel vem com uma ideia de letra e eu crio a melodia e vice versa. Mas, no caso de “Merry-Go-Round”, a letra foi escrita pelo nosso amigo Léo Stein e musicada por mim, no violão mesmo”.

Além da parceria com o Soma Records, a banda lançou o single “Merry-Go-Round” através da Ditto Music, distribuidora de música da Inglaterra. A Dito Music, além de distribuir música em mais de 130 países, possibilita a compra de “Merry-Go-Round” em diversas lojas virtuais como, por exemplo, iTunes, Spotify, Amazon, Deezer e eMusic.

Aqui você pode ouvir “Merry-Go-Round” no SoundCloud. Já aviso que é impossível ouvir só uma vez e é impossível não sair dançando.

Para conferir biografia, fotos, músicas e etc, é só clicar aqui e ir direto para o site da banda.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Antes tarde do que mais tarde: a festa de um ano do Les Paul Rock Pub foi dia 9, mas só hoje eu consegui passar as fotos/vídeos para o computador e sentar para escrever alguma coisa.

Quem tocou na festa foi DaniElvis, cover de Elvis Presley desde 2007. Quem acompanha o intérprete que estudou canto popular e erudito por quatro anos é a Banda Presley, formada por Éderson Guedes, Charles Machado, Thiago Viegas e Pedro Keller.

Daniel Keller contou que começou a gostar de Elvis Presley com 16 anos e que foi tudo por acaso: sua semelhança física e timbre de voz quase idêntico o levaram a interpretar o Rei do Rock. Seu repertório tem os maiores clássicos de Elvis, incluindo músicas do início até o fim da carreira do cantor e ator norte-americano.

No vídeo abaixo, você confere a incrível semelhança entre DaniElvis e o eterno Rei do Rock:

Outras imagens do show você vê na Fanpage do The Backstage Blog

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Alçando voos solos, o guitarrista da banda Pública, Guri Assis Brasil, lançou recentemente o projeto de seu CD “Quando calou-se a multidão” no Catarse. O esquema do Catarse a gente já conhece: é o crowdfunding, o fundo colaborativo que, por meio de recursos e contatos, viabiliza a realização de uma iniciativa, como viabilizou a realização do segundo CD dos Sabonetes.

O disco foi composto e gravado no início de 2012 e todas as composições são assinadas por Guri. Algumas faixas têm participações especiais de Guizado, Juninho, Eduardo Praça (Quarto Negro), e uma das letras é de Carlinhos Carneiro, da Bidê ou Balde. Por e-mail, o músico que diz ter demorado 26 anos pra compor uma música de cabo a rabo (letra, harmonia e melodia), comentou sobre o projeto, o início na carreira musical, “Todos meus amigos vão me ouvir cantar” (bonita música que tem rolado para mostrar o que vem no disco) e muito mais.

The Backstage: Como foi teu início na carreira musical?

Guri: Comecei em Sant’ana do Livramento, cidade do interior do Rio grande do Sul que faz fronteira com o Uruguai. Meus pais sempre escutaram muita música. Eu costumava dormir com algum disco na vitrola ou com um dos dois cantando, meu pai acompanhado de um violão. Com uns 10 anos comecei em uma banda do colégio e depois toquei pela noite da fronteira. Com 16 me mudei para Porto Alegre, onde logo conheci o pessoal da Pública. Assim entrei de cabeça e decidi que era aquilo que gostaria de fazer para o resto da vida. A Pública conseguiu um bom reconhecimento no Sul e decidimos que seria melhor para nossa carreira a mudança para São Paulo. Já faz três ano que moro na Babilônia.

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“Sempre gostei de cantar e achei que era uma boa hora tentar escrever e me expor de certo modo”, comenta o músico (Foto: divulgação)

TB: Na Pública, tu é responsável pela guitarra. Tu já compunha músicas paralelo a banda?

G: Eu demorei 26 anos para fazer uma música de cabo a rabo. Letra, harmonia e melodia. Na Pública eu tinha algumas parcerias com o Pedro, mas as letras sempre eram dele. Portanto, esse material que eu vou soltar ao mundo é muito, muito novo.

TB: Em “Todos meus amigos vão me ouvir cantar” tu se distancia da função única de guitarrista e se aventura pelos vocais e demais cordas. O arranjo é extremamente agradável, me encantei de primeira. O baixo tem um groovezão massa e o refrão explode com os metais. Quando tu compôs ela?

G: Fiz ela quando ainda morava na Vila Madalena, hoje vivo na Vila Mariana. Era uma época que eu estava com uma insonia terrível, dormia sempre que o sol raiava. Eu costumava dormir com uma guitarra ao lado. Assim sempre que o sono demorava a vir eu pegava a guitarra para tocar ou compor alguma coisa. Talvez por eu ser guitarrista, as primeiras músicas sempre surgiam através de um riff. Essa foi através do groove do baixo. Fiquei tocando e logo veio a melodia. Depois foi rápido.

TB: Tu assina sozinho todas as composições do disco, ou tem mais alguém contigo?

G: Tem uma música que fiz junto com o Guizado, músico paulistano. Outra em parceria com o Eduardo Praça que é da banda Quarto Negro, que também me ajudou em outra letra. Uma com o Juninho, que é quem assinou a produção do disco comigo. E tem uma letra que é do Carlinhos da bidê ou balde.

TB: Como surgiu a ideia de lançar um disco solo?

G: A Pública deu uma parada. Eu estava tocando com uma pá de artistas de todos os cantos do país em São Paulo. E só isso não me deixava satisfeito. Sempre gostei de cantar e achei que era uma boa hora tentar escrever e me expor de certo modo. Acho que funcionou.

TB: O Catarse tem dado bons resultados desde o seu surgimento. Tu pensou imediatamente em financiar o projeto por lá ou chegou a cogitar um lançamento só virtual (ou, ainda, lançar através de um selo independente)?

G: Eu pensei em todas as possibilidades. Cheguei a mandar para algum selo, mas quase nada. Somente virtual nunca foi a minha ideia. Um disco sem assessoria na minha cabeça é quase inexistente, tirando os fenômenos. Achei que o catarse era a melhor maneira de poder lançar ele da forma mais digna possível. De certa forma não estou pedindo esmola e sim um adiantamento pelo meu trabalho e ainda por cima gera uma bela de uma divulgação.

Estou louco para tocar essas músicas ao vivo, tenho certeza que vão soar muito bem.

TB: Sobre o disco, o nome é bem sugestivo. Tem alguma história sobre esse título? Já tem alguma previsão de lançamento?

G: O título vem do nome de uma das faixas, da qual a letra assino junto com o Eduardo Praça. É uma história fictícia de um casal que se encontra em meio a multidão. A imagem é bem sugestiva na minha cabeça. Consigo visualizar. Algo como um relacionamento mal resolvido onde os dois não conseguem transparecer que muitas marcas ficaram pelo caminho.

TB: Como tu tem se dividido entre a banda e o projeto solo? Tem mais algum projeto vindo por aí?

G: A banda não está fazendo show e eu pretendo priorizar muito o disco assim que for lançado. Quero defender as minhas músicas. Nunca tinha tido essa experiência e é magnífica. Uma sensação de exposição e ao mesmo tempo de satisfação e orgulho. Não pretendo ter outros projetos, mas nunca se sabe. Acho que para a coisa dar certo tem que ter dedicação. Agora estou vendo o tamanho das responsabilidades que eu vou ter pela frente. Estou gostando!

O contato com o músico pode ser feito através das redes sociais Facebook, Instagram e Twitter.

Para conhecer o projeto no Catarse, colaborar e ver as recompensas de cada valor, é só clicar aqui!

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Capa do EP “Brinquedo” (Divulgação)

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Dia desses chegou ao e-mail do blog um realese da banda Callangazoo. Eu até tinha visto alguns amigos divulgando no facebook, porém, nem sempre a gente consegue ouvir todas as indicações que tem por aí. Mas como eles haviam enviado pra gente, resolvi escutar. Geralmente recebemos coisas muito boas por e-mail e até fazemos amigos, promoções de CD’s e contatos interessantes, e a banda Callangazoo foi uma dessas coisas boas que chegaram até nós. No início, senti um pouco de estranhamento com o som, já que há mistura de influências e harmonias experimentais que diferem bastante das tradicionais que escutamos por aí, mas o som é interessantíssimo.

Formada às vésperas de um carnaval em 2011, a Callangazoo lançou há pouco o segundo EP intitulado “Brinquedo”. No próximo sábado, 25, durante o show da banda no Teatro Gamboa Nova (Salvador/BA), ocorre a primeira exibição do clipe da música que deu nome ao EP.

Com Cebola Pessoa no vocal e guitarra, Bob Nunes no baixo e vocal, Andel Falcão na guitarra e Leo Abreu na bateria, a banda já tinha lançado o primeiro EP homônimo em 2012 e, desde então, apresenta canções atemporais e irreverentes que flertam com os horizontes expansivos e comportamentais do rock nacional. Por e-mail, o vocalista e guitarrista Cebola conversou com o The Backstage e contou que, em 2012, após o lançamento do primeiro EP, eles montaram um show e começaram a apresentar as músicas em Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista.

Com arranjos que diferem bastante entre si, Cebola disse que “em geral o primeiro contato com as músicas se dá dentro do estúdio, momento em que elas são apresentadas já para serem lapidadas por todos de maneira livre e complementar”. O vocalista também comentou que eles buscam dialogar diversos gêneros, estilos e ritmos dentro de uma mesma canção, o que percebemos claramente em “Brinquedo” e “A viagem do Callangazoo”.

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A banda formada em 2011 já tem 2 EP’s e pretende lançar um disco em seguida (Foto: Patty Arruda)

Esse processo experimental  é derivado de um amadurecimento musical que os integrantes trazem como bagagem de outras bandas: antes Cebola cantava nos Truanescos, o baixista Bob Nunes tocou com a Dellas Frias, Andel Falcão tocou guitarra com os Pangenianos e o baterista Leo Abreu já tocou com a Matiz e Enquanto isso… (atualmente também toca com a Falsos Modernos). Em comum, eles têm o hábito de gostar de música sem fronteiras de estilo, gênero ou ritmo e consequentemente trazer isso à maneira de tocar, inspirados especialmente pelo som de alguns grupos do rock nacional, como Secos e Molhados, Mutantes e Tutti Frutti.

O músico comentou que após fazer circular o segundo EP pelos centros consumidores de música independente, eles pretendem iniciar a pré-produção do primeiro disco, ou seja, vem mais coisa por aí.

Você pode baixar o EP completo aqui.

Carol Govari Nunes@carolgnunes

Entre os dias 09 de janeiro e 17 de fevereiro acontece, em Porto Alegre, o 14º Porto Verão Alegre, evento apresentado pela Ultragaz, Zaffari e Banrisul. Nele, são oferecidas diversas opções culturais a preços populares ou gratuitos. Dentro da programação, há o “Discografia Rock Gaúcho” que acontece nos dias 4, 5, 6 e 7 de fevereiro no Opinião, com realização da Olelê Music.

Por e-mail, Leandro Bortholacci, proprietário da Olelê Music, conversou com o The Backstage e contou como está sendo a produção para o evento.

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A Bidê ou Balde toca seu último disco “Eles são assim. E assim por diante” na segunda noite do Discografia Rock Gaúcho (Foto: Carol Govari Nunes)

The Backstage: O Discografia Rock Gaúcho faz parte da programação do Porto Verão Alegre 2013. Como a Olelê Music vai produzir esses 4 dias de show?

Lelê Bortholacci: Será uma verdadeira “correria”. Produzir shows em dias seguidos gera muito trabalho. São poucas horas de sono e muita vontade. Mas, graças a DEUS, tenho uma equipe absolutamente competente e sei que irão tirar de letra. Ainda teremos o apoio do pessoal da Mezanino e da Mais Além (produtoras do Porto Verão Alegre) e da Opinião Produtora. Faremos o melhor possível para que o público lote os 4 dias de shows e saiam de lá satisfeitos. O sucesso dessa edição pode transformar o DRG num evento fixo dentro do calendário do PVA. Estamos trabalhando nesse projeto há mais de 150 dias. Os shows serão a conclusão de todo esse trabalho!

TB: Essa é a 14ª edição do Porto Verão Alegre. Vocês já haviam participado dessa programação antes?

L: Nunca. O DRG surgiu em 2010 no Beco, com shows únicos. Depois mudei pro Opinião e passei a fazer dois shows por noite. Mas a falta de patrocínios e apoio me fez deixar o projeto em “stand by”. Numa conversa com o Zé Victor Castiel surgiu a oportunidade de voltar e num formato ainda melhor: de graça para o público!

TB: O Discografia Rock Gaúcho do ano passado também foi realizado por vocês. Como vem sendo o trabalho da empresa nesses eventos significativos pra cultura do rock local?

 L: Na realidade o projeto está parado desde Outubro de 2011, como eu falei acima, pela falta de apoio e patrocínios. É muito difícil fazer eventos sem esses apoios. Com esta oportunidade de fazermos a parte musical do PVA e com o apoio ESSENCIAL da Petrobrás, voltamos a ter ânimo para apostar em projetos novos. O DRG é uma ideia inovadora, pois os artistas podem tocar ao vivo canções que nunca fizeram parte do repertório de seus shows, apenas foram gravadas em discos. Esse é o grande “ineditismo” do projeto. Para o músico é extremamente gratificante poder tocar pela primeira vez ao vivo uma canção sua que está apenas registrada em seu disco. E o mesmo vale para o fã que estará lá pra ouvir.

Tenho um carinho especial por esse projeto e quero muito que ele dê certo!
O rock gaúcho tem material para esse projeto durar muitos anos. Existem dezenas de discos que eu quero fazer!

TB: Com mais de 15 anos de atividade a Olelê já viu e participou de muitos períodos do rock’n’roll. O que mudou na cena de Porto Alegre desde o final dos anos 90, e como você enxerga o atual momento da música local?

 L: Creio que a mudança mais significativa é a forma como se consome música atualmente. O acesso está mais fácil e isso acaba “espalhando” o público. Antes eram menos bandas e menos shows, onde mais público comparecia. Hoje, com o aumento do número de artistas é normal que o público seja menor; e temos uma quantidade maior de shows. Infelizmente quem consome música não tem grana pra ir a todos. Até nesse sentido, batalhamos para que as entradas pro DRG fossem gratuitas.

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A Cachorro Grande toca o disco homônimo dia 7 de fevereiro, no Opinião (Foto: Carol Govari Nunes)

 TB: É crescente o número de bandas que saem do RS e tentam a vida no sudeste do país como, por exemplo, a Cachorro Grande, que é uma banda do casting da Olelê. Por que é mais produtivo sair de Porto Alegre e se fixar em São Paulo, sendo que o RS tem uma cena roqueira muito forte?

 L: Na realidade, o rock gaúcho é uma referência em todo o Brasil. Com as mudanças ocorridas no mercado (as mesmas que eu citei na resposta anterior) acabou sendo uma necessidade para o artista ter “mais destaque”, sair daqui. A centralização dos grandes meios de comunicação é em São Paulo e Rio, não há como negar. Se o artista/banda quer atingir um mercado “nacional”, tem que sair daqui. Para conquistar mais espaços em mídia, tem eu estar perto desses grandes veículos. Se o Jô Soares, por exemplo, quer uma entrevista e um musical com a Cachorro Grande, basta um telefonema pra nossa produção que nós passamos a eles o endereço do “QG” da banda em São Paulo e eles mandam a van buscar na data e horário combinados. Se a banda morasse em Porto Alegre, teria que ser providenciadas passagens aéreas, hospedagem, alimentação, etc e isso aumentaria muito o custo. Ou seja, inviabiliza. O mesmo vale pra quem faz eventos/shows nas regiões acima de São Paulo. Se uma empresa quer levar uma banda de rock gaúcha para um show no Nordeste, por exemplo, e tiver que pagar passagens de Porto Alegre, isso já vai inviabilizar o show. É uma questão matemática. O centro do país não é “centro” à toa.

Programação do Discografia Rock Gaúcho

4 de fevereiro, segunda-feira
22 horas – Frank Jorge
23h30 – Wander Wildner

5 de fevereiro, terça-feira
22 horas – Tópaz
23h30 – Bidê ou Balde

6 de fevereiro, quarta-feira
22 horas – Acústicos e Valvulados
23h30 – Tequila Baby

7 de fevereiro, quinta-feira
22 horas – Cachorro Grande
23h30 – DeFalla

Outras informações e agenda completa do Porto Verão Alegre em http://portoveraoalegre.com.br