Bréa Extreme Tour estremece Recife com shows de Crypta, Nervochaos, Belphegor e Krisiun

Posted: 25/05/2022 in Metal, Metal Thrash, Shows
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*Danilo Lucio

No final da tarde de domingo, dia 22 de maio, com ingressos esgotados, o Recife recebeu o terceiro show da turnê Bréa Extreme, com um line up composto por quatro bandas de som extremo. Um dos mais esperados da noite pelo público era justamente o show de abertura, da banda de death metal Crypta, composta por quatro musicistas mulheres que proporcionaram um instigante e ótimo show no seu primeiro show da nova turnê. Muitos fãs no local cantavam as músicas do Echoes Of The Soul, disco de estreia, lançado em 2021. Vale ressaltar que praticamente todo o estoque de souvenir da banda, como camiseta, CDs e adesivos se esgotou. Prova de uma banda que já nasceu grande.

O segundo show foi dos paulistanos do Nervochaos, que continuaram empolgando o público com seu thrash/death metal simples e bem executado. Durante praticamente todo o show, formou-se uma grande roda de pogo, com uma caótica organização, garantindo a diversão do público.

Na sequência, se apresentando pela primeira vez no Recife, ocorreu o show da lendária banda de black metal austríaca Belphegor. Com um repertório que passou por todos os discos da banda, a Belphegor fez um show muito bom. Destaque para a mixagem do som da banda para o público, que contou com uma dose de “grave” extra, para evidenciar a afinação mais baixa das guitarras e transpassando as sensações sombrias e pesadas que a sonoridade da banda executa.

Encerrando a noite de música extrema, os gaúchos do Krisiun. O trio, de fato, é melhor banda de death metal brasileira e a performance ao vivo evidencia isso, além de uma excelente interação com o público. O line up desta turnê foi montado para o público cativo e fã do metal extremo.

Fernanda Lira, da banda Crypta (Foto: Danilo Lucio)

Alguns pontos a melhorar: os shows ocorreram na casa de shows Estelita. A Crypta começou seu show com um atraso (infelizmente comum), mas a casa ainda estava com uma fila gigantesca do lado de fora, pois havia somente um único segurança na porta para conferir toda documentação exigida para entrada. Isso fez com que parte do público não conseguisse assistir ao show da banda de abertura – que a maioria estava lá para ver. Em função disso, muitas críticas foram feitas na hora do show, assim como nas redes sociais da casa. Outro problema foi que o monitor do palco do Moyses Kolesne, do Krisiun, parou de funcionar na parte final do show, fruto do superaquecimento do equipamento.

*Danilo Lucio é Mestrando em música pela UFPE, especialista em Gestão e Produção Cultural e bacharel em Comunicação Social – habilitação em Rádio e TV. Atua em pesquisas sobre produções audiovisuais e performance musical no thrash metal.

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